- Ai, que bom te encontrar! Como você está bem!
- Sim, muito melhor, já estou consguindo lavar roupa, cozinhar... Estou tão feliz!
Diálogo entre dois pacientes de câncer de um hospital público, presenciado por minha irmã. Ela me acrescentou que para tanta gente lavar roupa e cozinhar é uma obrigação tão chata que a maioria das pessoas esquece de valorizar nossas mais simples capacidades.
Se esta é a sua primeira vez neste blog leia na coluna da direita as instruções!
19 de jun. de 2008
Algum tempo longe...
Algum tempo longe, espero que não o suficente para o esquecimento. Claro que não. Fiquei apenas um dia sem internet.
Debrucei sobre os livros ontem.
No momento leio Sêneca. Trata-se de uma seleção de cartas escritas nos anos de 63 a 65 (se não me engano) por este filósofo espanhol. Ma-ra-vi-lho-so!
Comprei em uma banca da Av. Paulista por apenas R$ 10,00. Sabedoria cara, porém barata!
Debrucei sobre os livros ontem.
No momento leio Sêneca. Trata-se de uma seleção de cartas escritas nos anos de 63 a 65 (se não me engano) por este filósofo espanhol. Ma-ra-vi-lho-so!
Comprei em uma banca da Av. Paulista por apenas R$ 10,00. Sabedoria cara, porém barata!
17 de jun. de 2008
Segunda vez
Após muitos comentários à mesa de café-da-manhã e almoço meu pai também quis assistir ao filme "Na Natureza Selvagem". Acabei de voltar do cinema. Pela segunda vez vi esta obra-prima. Ao sair da sala de exibição meu pai ficou em choque. Olhar distante, calado. Insisti:
- Vamos falar sobre o filme?
- Não consigo, meu corpo está aqui, mas minha alma ainda está lá...
Entramos na Livraria Cultura, adquirimos o livro e fiquei lendo em voz alta por quase uma hora enquanto meu pai ouvia interessado.
Uma das frases marcantes do filme:
A felicidade só é real quando é compartilhada.
- Vamos falar sobre o filme?
- Não consigo, meu corpo está aqui, mas minha alma ainda está lá...
Entramos na Livraria Cultura, adquirimos o livro e fiquei lendo em voz alta por quase uma hora enquanto meu pai ouvia interessado.
Uma das frases marcantes do filme:
A felicidade só é real quando é compartilhada.
16 de jun. de 2008
Crítica do filme
Amei essa crítica: do filme.
Em especial este trecho: Dizer que o filme além de belo traz uma profunda reflexão sobre nosso papel na sociedade também seria apenas tocar a superfície de “Na Natureza Selvagem”. Mas nesse ponto acaba a crítica cinematográfica e começa a filosofia, então prefiro deixá-los com o filme e com suas próprias reflexões.
Escrita por Gustavo Catão.
Em especial este trecho: Dizer que o filme além de belo traz uma profunda reflexão sobre nosso papel na sociedade também seria apenas tocar a superfície de “Na Natureza Selvagem”. Mas nesse ponto acaba a crítica cinematográfica e começa a filosofia, então prefiro deixá-los com o filme e com suas próprias reflexões.
Escrita por Gustavo Catão.
Na Natureza Selvagem

Ele tinha a vida pela frente, boas notas, carreira, família.
Ele achava a sociedade injusta, incoerente, irracional.
Queria ir em busca da natureza humana. A natureza selvagem.
Foi capaz de abandonar tudo para se perder em um caminho e conseguir se encontrar.
O filme "Na Natureza Selvagem" revela o que a alienação tenta mascarar.
Fui tocada, mexida, atingida... Saí do cinema respirando e me sentindo sem fôlego. Eu tinha o oxigênio do cérebro e pulmões, mas a alma estava sem ar.
Ainda não digeri esta história baseada em fatos reais.
Sábados poéticos
Escrevo em poesia as palavras que descrevem meu curso de poesia falada com Elisa Lucinda:
Por cinco sábados um grupo de pessoas se reuniu.
O laço que os unia era delicado, rosado, acetinado...
Seus sentimentos haviam sido tocados.
Em seus corações alguma palavra tinha pousado
Deixara, como pétala, o ar mais perfumado
Depois de um simples toque não seriam mais os mesmos.
A busca era de um sonho,
Ou de um aprendizado a mais,
Ou de um valor perdido,
Algo que pudesse reativar o sentido
Seria preciso entrega,
Coragem, atitude.
Também paciência,
persistência e inquietude.
Por cindo sábados a busca foi constante
Cheguei atrasada, no meio de uma estrada inacabada,
Com toda a paixão que move o corpo
Para embalar as coisas do coração.
(Poesia é embalada também na mente,
Mas a minha é movida pelo pulsar cardíaco dos dedos,
Delimitando segredos íntimos,
Expondo dizeres mudos)
Não pude sentir-me completamente parte do todo
Fui ouvinte, "observante", aprendiz.
Senti-me parte de algumas partes,
Em que fui ouvida, observada, compartilhada.
Agora somos um.
Unidos pelo laço do verso.
Pela métrica
Pela rima rara,
Por essa luz tão clara
Que nos inverte ainda.
Agora somos um.
Compartilhando uma admiração tão linda,
Repartindo a nossa inversão singela e finda,
Que sempre finda
Para recomeçar!
Por cinco sábados um grupo de pessoas se reuniu.
O laço que os unia era delicado, rosado, acetinado...
Seus sentimentos haviam sido tocados.
Em seus corações alguma palavra tinha pousado
Deixara, como pétala, o ar mais perfumado
Depois de um simples toque não seriam mais os mesmos.
A busca era de um sonho,
Ou de um aprendizado a mais,
Ou de um valor perdido,
Algo que pudesse reativar o sentido
Seria preciso entrega,
Coragem, atitude.
Também paciência,
persistência e inquietude.
Por cindo sábados a busca foi constante
Cheguei atrasada, no meio de uma estrada inacabada,
Com toda a paixão que move o corpo
Para embalar as coisas do coração.
(Poesia é embalada também na mente,
Mas a minha é movida pelo pulsar cardíaco dos dedos,
Delimitando segredos íntimos,
Expondo dizeres mudos)
Não pude sentir-me completamente parte do todo
Fui ouvinte, "observante", aprendiz.
Senti-me parte de algumas partes,
Em que fui ouvida, observada, compartilhada.
Agora somos um.
Unidos pelo laço do verso.
Pela métrica
Pela rima rara,
Por essa luz tão clara
Que nos inverte ainda.
Agora somos um.
Compartilhando uma admiração tão linda,
Repartindo a nossa inversão singela e finda,
Que sempre finda
Para recomeçar!
Abraço de um verso
A poesia entranhada no peito
Dá sentido, brilho, colo,
Lágrima, palavra.
Quando não sei dizer
Sinto.
Quando não sei sentir
Escrevo.
E das palavras unidas
Pelo abraço de um verso
Surge uma rima, uma tradução,
Do dizer emocionado,
Do sentir que não se ouve,
Da ilusão que me toca
E que transforma a realidade.
Alguns chamam poesia
Essa magia imaculada
Cristalina, transparente.
Dizem que é misteriosa,
Metafórica, envolvente.
Digo que é retrato, imagem, cor e luz.
Àqueles que a vêem permitam que esse rastro
Seja o mastro que os conduz.
Dá sentido, brilho, colo,
Lágrima, palavra.
Quando não sei dizer
Sinto.
Quando não sei sentir
Escrevo.
E das palavras unidas
Pelo abraço de um verso
Surge uma rima, uma tradução,
Do dizer emocionado,
Do sentir que não se ouve,
Da ilusão que me toca
E que transforma a realidade.
Alguns chamam poesia
Essa magia imaculada
Cristalina, transparente.
Dizem que é misteriosa,
Metafórica, envolvente.
Digo que é retrato, imagem, cor e luz.
Àqueles que a vêem permitam que esse rastro
Seja o mastro que os conduz.
13 de jun. de 2008
Primeira vez
Nunca fiquei bêbada, nem alegrinha.
As bebidas sempre me deram um pouco de medo. Já vi muitos amigos passarem mal.
Além disso nunca achei o gosto atrativo. Meio amargo... Os licores sim, mais docinhos. O fato é que nada me dava motivos para beber além da conta.
Por vaidade parei de tomar refrigerantes aos 11 anos (precoce!)
Se não tomava nem o refrigerante que achava gostoso imagine se me sujeitaria a engordar ingerindo calorias de uma bebida cujo o gosto não me agradava nem um pouco!?
Nem sempre fui desinibida, mas um curso de teatro me deu segurança suficiente para dançar, conversar e me divertir à vontade desde a adolescência.
Costumava dizer que já ia para as festas embriagada, porque todo mundo sempre estranhava: "Você nào bebe nada!?"
Como se água não fosse líquida. Bebia água, oras. Por que tanta estranheza?
Mas enfim depois de tantos anos aconteceu.
Uma prévia explicação.
Há uns 5 anos me apaixonei por um médico que adorava tomar um vinho e conversar.
Saí com ele a primeira vez e não consegui terminar a taça... Fiquei sem jeito, senti que quem toma um vinho quer uma companhia. Quer acompanhante na "viagem".
Quem bebe vinho não é discriminado como bêbado ou alcoólatra. Todos dizem que faz bem à saúde.
Quem não bebe nem vinho ouve sempre: "Você não bebe nada? Nem vinho?"
Da mesma forma muitos dizem: "Eu também não bebo! Só um vinho, de vez em quando. É muito bom com a namorada."
Pronto, eu não podia ser a namorada. Como acompanharia no vinho?
Passei a me esforçar, experimentar mais vezes, nunca consegui gostar.
Vinho doce
Há alguns meses descobri uma cantina na minha cidade que serve um vinho delicioso. A qualidade nem deve ser tão boa, mas é docinho, suave. Não tem acentuado aquele gosto amargo das bebidas alcóolicas.
Na primeira vez que fui consegui tomar alguns goles. Na segunda vez, a taça.
Na terceira vez (dia dos namorados) bebi além de uma taça, não sei se chegou ser mais que duas taças.
(A taça era pequena e perder a conta denota o resultado da brincadeira... risos).
Pela primeira vez senti o efeito da bebida.
Acho que fiquei como as pessoas costumam dizer "alegre".
Fiquei com vontade de rir além do normal.
O gostoso é colocar a "desculpa" na bebida.
Eu até poderia ser e estar assim sempre, e olha que consigo ficar feliz e rir o tempo todo.
(Porque sorrir e rir "quase" o tempo todo eu já faço... risos)
Mas não seria tão aceita como quando ativada por algumas taças de vinho.
É mais aceitável rir e comportar-se como bobo por efeito da bebida. Até porque, se temos companhia, o outro também estará um pouco bobo. Afinal ninguém quer ser bobo sozinho!
Sensações
Senti a cabeça formigando. Foi como uma dor de cabeça sem que sentisse dor. As coisas ficavam meio tremidas, como se balançassem um pouco, então por instinto me vi balançando também. (risos) Toda a situação me dava vontade de rir. Como se pensasse comigo: "Ah! Então é assim!? É assim que as pessoas se sentem?" Ao mesmo tempo que não achava nada tão demais, fiquei me observando e rindo muito. Tentava me controlar, aliás conseguia me controlar, mas pensava: "Para quê controle?"
Talvez os loucos também se sintam assim. Controlar para quê? Vamos nos divertir!
Então me permiti todas as loucuras que não fossem perceptíveis aos outros.
Acho que fingi um pouco.
Fingi estar bêbada e disse ao meu namorado: "Não sei se estou exagerando...", enquanto descrevia cada sensação a ele.
Fiquei com um pouco de medo da dor de cabeça aterrorizante da ressaca.
Todo mundo fala que é chato e esse era um dos motivos de não ter vontade alguma de me embebedar: "O quê? Beber um negócio de gosto ruim e no dia seguinte ainda ficar com dor de cabeça? Tô fora!"
Agora que estive dentro, sem dores de cabeça no dia seguinte, de vez em quando me permitirei estar dentro de novo. Só de vez em quando...
As bebidas sempre me deram um pouco de medo. Já vi muitos amigos passarem mal.
Além disso nunca achei o gosto atrativo. Meio amargo... Os licores sim, mais docinhos. O fato é que nada me dava motivos para beber além da conta.
Por vaidade parei de tomar refrigerantes aos 11 anos (precoce!)
Se não tomava nem o refrigerante que achava gostoso imagine se me sujeitaria a engordar ingerindo calorias de uma bebida cujo o gosto não me agradava nem um pouco!?
Nem sempre fui desinibida, mas um curso de teatro me deu segurança suficiente para dançar, conversar e me divertir à vontade desde a adolescência.
Costumava dizer que já ia para as festas embriagada, porque todo mundo sempre estranhava: "Você nào bebe nada!?"
Como se água não fosse líquida. Bebia água, oras. Por que tanta estranheza?
Mas enfim depois de tantos anos aconteceu.
Uma prévia explicação.
Há uns 5 anos me apaixonei por um médico que adorava tomar um vinho e conversar.
Saí com ele a primeira vez e não consegui terminar a taça... Fiquei sem jeito, senti que quem toma um vinho quer uma companhia. Quer acompanhante na "viagem".
Quem bebe vinho não é discriminado como bêbado ou alcoólatra. Todos dizem que faz bem à saúde.
Quem não bebe nem vinho ouve sempre: "Você não bebe nada? Nem vinho?"
Da mesma forma muitos dizem: "Eu também não bebo! Só um vinho, de vez em quando. É muito bom com a namorada."
Pronto, eu não podia ser a namorada. Como acompanharia no vinho?
Passei a me esforçar, experimentar mais vezes, nunca consegui gostar.
Vinho doce
Há alguns meses descobri uma cantina na minha cidade que serve um vinho delicioso. A qualidade nem deve ser tão boa, mas é docinho, suave. Não tem acentuado aquele gosto amargo das bebidas alcóolicas.
Na primeira vez que fui consegui tomar alguns goles. Na segunda vez, a taça.
Na terceira vez (dia dos namorados) bebi além de uma taça, não sei se chegou ser mais que duas taças.
(A taça era pequena e perder a conta denota o resultado da brincadeira... risos).
Pela primeira vez senti o efeito da bebida.
Acho que fiquei como as pessoas costumam dizer "alegre".
Fiquei com vontade de rir além do normal.
O gostoso é colocar a "desculpa" na bebida.
Eu até poderia ser e estar assim sempre, e olha que consigo ficar feliz e rir o tempo todo.
(Porque sorrir e rir "quase" o tempo todo eu já faço... risos)
Mas não seria tão aceita como quando ativada por algumas taças de vinho.
É mais aceitável rir e comportar-se como bobo por efeito da bebida. Até porque, se temos companhia, o outro também estará um pouco bobo. Afinal ninguém quer ser bobo sozinho!
Sensações
Senti a cabeça formigando. Foi como uma dor de cabeça sem que sentisse dor. As coisas ficavam meio tremidas, como se balançassem um pouco, então por instinto me vi balançando também. (risos) Toda a situação me dava vontade de rir. Como se pensasse comigo: "Ah! Então é assim!? É assim que as pessoas se sentem?" Ao mesmo tempo que não achava nada tão demais, fiquei me observando e rindo muito. Tentava me controlar, aliás conseguia me controlar, mas pensava: "Para quê controle?"
Talvez os loucos também se sintam assim. Controlar para quê? Vamos nos divertir!
Então me permiti todas as loucuras que não fossem perceptíveis aos outros.
Acho que fingi um pouco.
Fingi estar bêbada e disse ao meu namorado: "Não sei se estou exagerando...", enquanto descrevia cada sensação a ele.
Fiquei com um pouco de medo da dor de cabeça aterrorizante da ressaca.
Todo mundo fala que é chato e esse era um dos motivos de não ter vontade alguma de me embebedar: "O quê? Beber um negócio de gosto ruim e no dia seguinte ainda ficar com dor de cabeça? Tô fora!"
Agora que estive dentro, sem dores de cabeça no dia seguinte, de vez em quando me permitirei estar dentro de novo. Só de vez em quando...
Sono e frio
Sinto bastante sono, friozinho...
Ainda espero ele sair do trabalho para decidirmos o que vamos fazer.
Ainda espero ele sair do trabalho para decidirmos o que vamos fazer.
12 de jun. de 2008
É dia dos namorados!
Hoje é dia de férias!
Férias do desamor, férias de brigas,
De luta e de dor.
Férias do que não quero
Para celebrar o que quero:
A vitória do meu amor
Sobre todas as dificuldades vividas.
Hoje esqueço o choro,
Esqueço o ciúme,
A insegurança,
Fantasmas que assombram o amor.
Hoje só me lembro dele,
Dos beijos, cheiros, olhares, sorrisos.
Só me lembro dele
Dos quentes, vivos, sonoros, imprecisos.
Tudo que preciso é esse amor
Hoje melhor que antes
Hoje e sempre ao meu lado
Esqueça o ontem...
É dia dos namorados!
Férias do desamor, férias de brigas,
De luta e de dor.
Férias do que não quero
Para celebrar o que quero:
A vitória do meu amor
Sobre todas as dificuldades vividas.
Hoje esqueço o choro,
Esqueço o ciúme,
A insegurança,
Fantasmas que assombram o amor.
Hoje só me lembro dele,
Dos beijos, cheiros, olhares, sorrisos.
Só me lembro dele
Dos quentes, vivos, sonoros, imprecisos.
Tudo que preciso é esse amor
Hoje melhor que antes
Hoje e sempre ao meu lado
Esqueça o ontem...
É dia dos namorados!
11 de jun. de 2008
Prova
Esse é um ensaio das perguntas que planejo colocar na prova dos meus alunos de Educação para a Cidadania:
1) Você se sente livre na escola? Por quê? (1.0)
2) Conte uma situação de liberdade na escola. (2.0)
3) Conte uma situação de falta de liberdade na escola.(2.0)
4) Conte uma atitude de amizade que teve com algum colega. (2.0)
5) Conte a melhor atitude de amizade que tiveram com você. (2.0)
6) As aulas de Educação para a Cidadania trouxeram alguma mudança de pensamento em você. Explique como e qual foi a mudança. (0.5)
7) As aulas de Educação para a Cidadania trouxeram alguma mudança de comportamento em você. Se sim explique qual foi a mudança, se não explique porquê não. (0.5)
1) Você se sente livre na escola? Por quê? (1.0)
2) Conte uma situação de liberdade na escola. (2.0)
3) Conte uma situação de falta de liberdade na escola.(2.0)
4) Conte uma atitude de amizade que teve com algum colega. (2.0)
5) Conte a melhor atitude de amizade que tiveram com você. (2.0)
6) As aulas de Educação para a Cidadania trouxeram alguma mudança de pensamento em você. Explique como e qual foi a mudança. (0.5)
7) As aulas de Educação para a Cidadania trouxeram alguma mudança de comportamento em você. Se sim explique qual foi a mudança, se não explique porquê não. (0.5)
Amigo-secreto
Está em cima da hora, mas os solteiros sim, deviam organizar um encontro com amigo-secreto.
Faz mais falta o presente para quem não namora. Eu acho!
Lembro que em 2005 um amigo que me encontrou na véspera me ligou no dia dos namorados perguntando se eu tinha ganhado alguma coisa de alguém, já que estava solteira. Falei que não. Ele pediu que fosse até meu carro e olhasse no compartimento do passageiro. Encontrei um livro e um cartão que ele tinha deixado no dia anterior só para que eu não ficasse sem presente... Se não me engano foi naquele ano que o dia dos namorados caiu em um domingo. Até minhas amigas solteiras tinham programas e lembro de ter ido sozinha ao cinema. Foi um pouco "deprê" mas não perdi a esportiva. Só sei que se você está solteiro ou solteira e tem um amigo ou amiga na mesma situação, está na hora de se manifestar. Nem que seja através de um singelo SMS. É muito bom ser lembrado e celebrar. É para isso que essas datas servem. São nada mais que oportunidades para demonstrarmos às pessoas queridas o quanto são especiais em nossas vidas.
Faz mais falta o presente para quem não namora. Eu acho!
Lembro que em 2005 um amigo que me encontrou na véspera me ligou no dia dos namorados perguntando se eu tinha ganhado alguma coisa de alguém, já que estava solteira. Falei que não. Ele pediu que fosse até meu carro e olhasse no compartimento do passageiro. Encontrei um livro e um cartão que ele tinha deixado no dia anterior só para que eu não ficasse sem presente... Se não me engano foi naquele ano que o dia dos namorados caiu em um domingo. Até minhas amigas solteiras tinham programas e lembro de ter ido sozinha ao cinema. Foi um pouco "deprê" mas não perdi a esportiva. Só sei que se você está solteiro ou solteira e tem um amigo ou amiga na mesma situação, está na hora de se manifestar. Nem que seja através de um singelo SMS. É muito bom ser lembrado e celebrar. É para isso que essas datas servem. São nada mais que oportunidades para demonstrarmos às pessoas queridas o quanto são especiais em nossas vidas.
Melhor que presente
Amanhã é dia dos namorados. Acabei de ligar para o meu e combinar de não trocarmos presentes, ao invés disso cartas, muito mais romântico e econômico!
Ele sugeriu que guardássemos o dinheiro dos presentes para fazermos alguma coisa de especial juntos.
Fica a dica!
Ele sugeriu que guardássemos o dinheiro dos presentes para fazermos alguma coisa de especial juntos.
Fica a dica!
Convite
No próximo sábado, dia 14 de junho, eu e um grupo de alunos do curso de Poesia Falada da Elisa Lucinda apresentaremos nosso recital.
Local: Teatro Imprensa (R. Jaceguai)
Data: 14/06/2008
Horário: 18h30
Entrada: Franca (mas pedimos a doação de um livro de poesia novo ou usado)
Se você acompanha este blog e quer passar momentos bacanas e me dar o prazer de conhecê-lo será uma ótima oportunidade. Conto com sua presença!
Local: Teatro Imprensa (R. Jaceguai)
Data: 14/06/2008
Horário: 18h30
Entrada: Franca (mas pedimos a doação de um livro de poesia novo ou usado)
Se você acompanha este blog e quer passar momentos bacanas e me dar o prazer de conhecê-lo será uma ótima oportunidade. Conto com sua presença!
Fernando Meirelles e Saramago
Há algum tempo a Folha Ilustrada, suplemento do jornal Folha de São Paulo, publicou um artigo escrito pelo cineasta brasileiro Fernando Meirelles. Meirelles, que ficou conhecido mundialmente pelo filme "Cidade de Deus", lançou recentemente em Cannes "Ensaio sobre a Cegueira", uma adaptação da obra de José Saramago. No artigo que me deixou com olhos marejados ele descreve o nervosismo e a ansiedade que permearam a exibição do filme para o escritor.
Neste link é possível assistir em vídeo a cena descrita.
Aqui o texto que me comoveu:
Por Fernando Meirelles
Depois de uma semana que pareceu uma verdadeira montanha russa emocional, saí de Cannes no sábado e fui para Lisboa mostrar o filme “Ensaio sobre a Cegueira” para o autor da história, José Saramago.
Por meses, antecipei o quanto a sessão me deixaria ansioso _e não estava errado.
Infelizmente, o cine São Jorge, que nos foi reservado, não tinha projeção digital, então foi improvisado um sistema para passarmos nossa fita. Pensei em desistir de mostrar o filme ao ver um teste da projeção, mas o escritor já estava na sala de espera e, em respeito ao compromisso, achei melhor ir em frente.
Sentei-me ao seu lado, expliquei aos poucos amigos presentes que só havia legendas em francês e começamos a ver o filme. Sofri cada vez que uma imagem não aparecia ou que uma música mal soava. Ele assistiu ao filme todo mudo e sem reação nenhuma.
Ao final da sessão, quando os créditos começaram a subir, sua mulher, Pilar, debruçou-se sobre Saramago e me agradeceu, emocionada. Silêncio ao meu lado. Antes de terminar os créditos principais, as luzes do cinema foram acesas, eu ousei olhar para o lado e vi que ele fitava a tela sem reação, como se estivesse interessado no nome dos assistentes de cenografia que passavam.
Deu tudo errado, pensei. Toquei seu braço levemente e lhe falei que ele não precisava comentar nada naquele momento, mas, então, com uma voz embargada, ele me disse, pausadamente: “Fernando, eu me sinto tão feliz hoje, ao terminar de ver este filme, como quando acabei de escrever ‘O Ensaio sobre a Cegueira’”.
Apenas agradeci e ficamos ali quietos. Dois marmanjos segurando as próprias lágrimas em silêncio. Ele passou a mão nos olhos, disfarçando a sua.
Pensei no meu pai. Emoção sólida, dessas que se pode cortar em fatias com uma faca. Num impulso, beijei sua testa. Na conversa e no jantar que se seguiram, ele disse que não considera o filme um espelho de seu trabalho e que nem poderia ser assim, pois cada pessoa tem uma sensibilidade diferente.
Disse ter gostado da experiência de ver algo que conhecia, mas que, ao mesmo tempo, não conhecia. Falou que o filme não era perfeito, mas que nunca havia assistido a um filme perfeito. Comentou algumas imagens que o emocionaram especialmente e disse ter achado o nosso Cão das Lágrimas muito doce; preferia que fosse mais agressivo.
Quando lhe contei sobre as críticas favoráveis e contrárias ao filme em Cannes, incluindo a da Folha, ele imediatamente lembrou e recontou aquela historinha do velho que vem puxando um burro montado por uma criança.
Um passante vê aquilo e acha absurdo a criança estar montada enquanto um velho caminha, então eles invertem a posição. Outro passante cruza com o grupo e reclama da situação: “Como um adulto deixa uma criança a pé enquanto vai confortavelmente montado?”. Então, os dois montam no burro, mas alguém acha aquilo uma crueldade com um animal tão pequeno.
Finalmente, resolvem ambos carregar o burro nas costas, até que outro passante observa como são estúpidos por carregar o animal. E, enfim, o velho decide voltar para a primeira situação e parar de dar importância ao que dizem.
“É isso que faço sempre”, concluiu o escritor.
Acabo de deixar José Saramago e sua mulher no Ministério da Cultura de Portugal, onde está sendo exibida uma retrospectiva de seu trabalho e sua vida.
Houve uma pequena coletiva de imprensa ali, depois de visitarmos juntos a exposição. Meu filminho de menos de duas horas me pareceu muito insignificante ao ser colocado ao lado daquela obra de uma vida inteira.
Neste link é possível assistir em vídeo a cena descrita.
Aqui o texto que me comoveu:
Por Fernando Meirelles
Depois de uma semana que pareceu uma verdadeira montanha russa emocional, saí de Cannes no sábado e fui para Lisboa mostrar o filme “Ensaio sobre a Cegueira” para o autor da história, José Saramago.
Por meses, antecipei o quanto a sessão me deixaria ansioso _e não estava errado.
Infelizmente, o cine São Jorge, que nos foi reservado, não tinha projeção digital, então foi improvisado um sistema para passarmos nossa fita. Pensei em desistir de mostrar o filme ao ver um teste da projeção, mas o escritor já estava na sala de espera e, em respeito ao compromisso, achei melhor ir em frente.
Sentei-me ao seu lado, expliquei aos poucos amigos presentes que só havia legendas em francês e começamos a ver o filme. Sofri cada vez que uma imagem não aparecia ou que uma música mal soava. Ele assistiu ao filme todo mudo e sem reação nenhuma.
Ao final da sessão, quando os créditos começaram a subir, sua mulher, Pilar, debruçou-se sobre Saramago e me agradeceu, emocionada. Silêncio ao meu lado. Antes de terminar os créditos principais, as luzes do cinema foram acesas, eu ousei olhar para o lado e vi que ele fitava a tela sem reação, como se estivesse interessado no nome dos assistentes de cenografia que passavam.
Deu tudo errado, pensei. Toquei seu braço levemente e lhe falei que ele não precisava comentar nada naquele momento, mas, então, com uma voz embargada, ele me disse, pausadamente: “Fernando, eu me sinto tão feliz hoje, ao terminar de ver este filme, como quando acabei de escrever ‘O Ensaio sobre a Cegueira’”.
Apenas agradeci e ficamos ali quietos. Dois marmanjos segurando as próprias lágrimas em silêncio. Ele passou a mão nos olhos, disfarçando a sua.
Pensei no meu pai. Emoção sólida, dessas que se pode cortar em fatias com uma faca. Num impulso, beijei sua testa. Na conversa e no jantar que se seguiram, ele disse que não considera o filme um espelho de seu trabalho e que nem poderia ser assim, pois cada pessoa tem uma sensibilidade diferente.
Disse ter gostado da experiência de ver algo que conhecia, mas que, ao mesmo tempo, não conhecia. Falou que o filme não era perfeito, mas que nunca havia assistido a um filme perfeito. Comentou algumas imagens que o emocionaram especialmente e disse ter achado o nosso Cão das Lágrimas muito doce; preferia que fosse mais agressivo.
Quando lhe contei sobre as críticas favoráveis e contrárias ao filme em Cannes, incluindo a da Folha, ele imediatamente lembrou e recontou aquela historinha do velho que vem puxando um burro montado por uma criança.
Um passante vê aquilo e acha absurdo a criança estar montada enquanto um velho caminha, então eles invertem a posição. Outro passante cruza com o grupo e reclama da situação: “Como um adulto deixa uma criança a pé enquanto vai confortavelmente montado?”. Então, os dois montam no burro, mas alguém acha aquilo uma crueldade com um animal tão pequeno.
Finalmente, resolvem ambos carregar o burro nas costas, até que outro passante observa como são estúpidos por carregar o animal. E, enfim, o velho decide voltar para a primeira situação e parar de dar importância ao que dizem.
“É isso que faço sempre”, concluiu o escritor.
Acabo de deixar José Saramago e sua mulher no Ministério da Cultura de Portugal, onde está sendo exibida uma retrospectiva de seu trabalho e sua vida.
Houve uma pequena coletiva de imprensa ali, depois de visitarmos juntos a exposição. Meu filminho de menos de duas horas me pareceu muito insignificante ao ser colocado ao lado daquela obra de uma vida inteira.
10 de jun. de 2008
Palestra de amiga
Hoje logo cedo aconteceu algo inspirador. Fui assistir a palestra da Minha amiga Renata da Rocha. Foi o máximo!
É muito bom vermos quem a gente gosta brilhar mais e mais.
Ela acaba de escrever um capítulo de um novo livro que sairá em co-autoria com outros pesquisadores do Direito, passou na seleção para o doutorado na PUC-SP e é pesquisadora da USP. Ou seja, mais do que credenciada no mundo acadêmico.
Para mim a Rê é um exemplo! Vencedora!
Pretendo seguir o mesmo trilho.
Sempre que nos encontramos nossa troca é grande e imediata. Aprendemos muito juntas e sei que ainda aprenderemos muito mais.
É muito bom vermos quem a gente gosta brilhar mais e mais.
Ela acaba de escrever um capítulo de um novo livro que sairá em co-autoria com outros pesquisadores do Direito, passou na seleção para o doutorado na PUC-SP e é pesquisadora da USP. Ou seja, mais do que credenciada no mundo acadêmico.
Para mim a Rê é um exemplo! Vencedora!
Pretendo seguir o mesmo trilho.
Sempre que nos encontramos nossa troca é grande e imediata. Aprendemos muito juntas e sei que ainda aprenderemos muito mais.
9 de jun. de 2008
Palavras vão passar
Olha, faça silêncio!
Algumas palavras vão passar agora.
Precisam de espaço, de caminho, de laço.
Uma atadura vai unir os traços,
Enlaçar as letras.
Olha, não faça careta!
São palavras escritas em sentimento,
Carregam em si o instante de um momento.
Passam agora e deixam um pedaço de si mesmas
Pela estrada.
Passam e voltam
Porque ficaram, por você, enamoradas.
São só palavras,
Mas estão vivas,
Basta que as diga.
(De preferência em silêncio)
Para ouví-las passar.
Algumas palavras vão passar agora.
Precisam de espaço, de caminho, de laço.
Uma atadura vai unir os traços,
Enlaçar as letras.
Olha, não faça careta!
São palavras escritas em sentimento,
Carregam em si o instante de um momento.
Passam agora e deixam um pedaço de si mesmas
Pela estrada.
Passam e voltam
Porque ficaram, por você, enamoradas.
São só palavras,
Mas estão vivas,
Basta que as diga.
(De preferência em silêncio)
Para ouví-las passar.
Silêncio
Preciso do silêncio.
É no silêncio que minha escrita se move.
É no silêncio que ela se aquieta no papel.
É no silêncio que minhas palavras se expõem.
São apenas doces mágoas, finos sons,
Biscoitos imensos de ternura.
Podem não dizer nada e dizer tudo
No silêncio em que se mostram desnudas,
Mudas, surdas, intensamente mudas
Como nem mesmo o silêncio consegue ser.
É no silêncio que minha escrita se move.
É no silêncio que ela se aquieta no papel.
É no silêncio que minhas palavras se expõem.
São apenas doces mágoas, finos sons,
Biscoitos imensos de ternura.
Podem não dizer nada e dizer tudo
No silêncio em que se mostram desnudas,
Mudas, surdas, intensamente mudas
Como nem mesmo o silêncio consegue ser.
6 de jun. de 2008
Poesia falada
Estou aqui, treinando, repetindo várias vezes um poema de Fernando Pessoa, no heterônimo Alberto Caeiro. É o fragmento II de "O guardador de rebanhos":
O meu olhar é nítido como um girassol,
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e a esquerda
E de vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
E eu sei dar por isso muito bem...
Sei Ter o pasmo essencial que tem uma criança
Se ao nascer, reparasse que nasceras deveras...
Sinto-me nascido a cada momento
Para a eterna novidade do Mundo
Creio no mundo como um malmequer
Porque o vejo, mas não penso nele
Porque pensar é não compreender
O mundo não se fez para pensarmos nele
(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo...
Eu não tenho filosofia, tenho sentidos...
Se falo na natureza não é saiba o que ela é,
Mas porque a amo, amo-a por isso,
Porque quem ama nunca sabe o que ama.
Nem sabe porque ama, nem o que é amar...
Amar é a eterna inocência
E a única inocência é não pensar.
Até amanhã ele tem que estar na ponta da língua! Para a minha aula de poesia falada, com Elisa Lucinda.
O meu olhar é nítido como um girassol,
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e a esquerda
E de vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
E eu sei dar por isso muito bem...
Sei Ter o pasmo essencial que tem uma criança
Se ao nascer, reparasse que nasceras deveras...
Sinto-me nascido a cada momento
Para a eterna novidade do Mundo
Creio no mundo como um malmequer
Porque o vejo, mas não penso nele
Porque pensar é não compreender
O mundo não se fez para pensarmos nele
(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo...
Eu não tenho filosofia, tenho sentidos...
Se falo na natureza não é saiba o que ela é,
Mas porque a amo, amo-a por isso,
Porque quem ama nunca sabe o que ama.
Nem sabe porque ama, nem o que é amar...
Amar é a eterna inocência
E a única inocência é não pensar.
Até amanhã ele tem que estar na ponta da língua! Para a minha aula de poesia falada, com Elisa Lucinda.
Dia das Mães com atraso
Fazendo uma limpeza em meus e-mails encontrei só agora um que me foi enviado antes do Dia das Mães. É de uma loja que adoro, a Farm, e achei tão fofo! O dia já passou, mesmo assim acho que merece menção as dicas contidas neste link: http://www.farmrio.com.br/eqf/diadasmaes/dia_das_maes.html
Uma Krshinamurthy

Uma Krishnamurthy, esposa de Amit Goswami é uma psicóloga indiana, especialista em Psicologia do Yoga.
Ela contou uma história na segunda-feira que vai de encontro com tudo que acredito:
Era uma vez um mestre. Adorado e admirado por todos. Um dia, observando este homem um discípulo lhe perguntou:
- Mestre, por que todos o adoram e o respeitam? Quando olhamos sua vida vemos que o senhor come, dorme e ri como todos, por que o adoram como mestre?
E o mestre respondeu:
- Porque eu tenho a habilidade de ver uma águia em um ovo, uma borboleta em um casulo, um santo em um pecador.
Krishinamurthy acrescentou que "mestre é aquele que domina a arte de penetrar a forma e contatar a alma".
Palestras e mais palestras
Esta semana foi atípica... Desde sábado assisti palestras todos os dias, menos domingo e hoje.
5 de jun. de 2008
A história por trás do Shop Tour
Ele tinha acabado de separar-se da esposa. Como acompanharia o crescimento das duas filhas? Bateu um desespero! Elas esqueceriam seu rosto, deixariam de sentir afeto... Era preciso fazer alguma coisa. Pensou que através da TV poderia manter contato, conquistar o amor de suas filhas, mesmo que não assistissem ao programa, porque ele poderia descobrir o nome das crianças amiguinhas de escola: "Olha, Mariazinha, sou o pai da sua coleguinha, um beijo!" Se fosse querido pelos colegas da escola elas ouviriam falar bem dele e ele se faria presente. Foi assim que começou o Shop Tour. Para manter o horário na TV era preciso vender.
Na primeira gravação estava sem dinheito até para alugar a câmera. E, pior, não tinha nem cheque para fazer um pré-datado. O primeiro cliente emprestou o cheque, que estava sem fundo, mas era um cheque e garantiu a gravação. Foi um sucesso!
Muitas histórias, muitas vendas e em pouco tempo conseguiu fazer o que nunca tinha acontecido: juntar dinheiro, estocar! Aquele bolo que foi se amontoando às vezes era o consolo na hora do stress e da ansiedade. Ia até o armário em que as notas ficavam guardadas e as colocava sobre a testa. Diz que fazer isso o acalmava.
Faltava um amor
Precisou comprar um avião, um helicóptero, aumentou a equipe para que o programa não fosse dependente do trabalho dele. Tinha tudo, faltava um amor. Já estava a ponto de desistir quando pediu: "Meu Deus, queria tanto uma mulher assim que fosse como desejo e que me ensinasse a ser como ela quisesse também..."
Pediu sem esperança alguma.
Foi visitar o escritório de um amigo e logo na recepção, quando olhou a secretária pensou: "Eu casaria com ela". Entrou e perguntou quem era para o amigo e se ele se casaria com ela. "Você está louco, claro que não vou casar com ela!"
"Se você não casar eu caso!"
O amigo chamou a moça e brincou com ela:
"Escolha com que você quer casar, comigo ou com ele?"
Para resumir, um mês depois já estavam morando juntos. E alguns meses depois ela tinha marcada uma cirurgia muito "simples" e "tranquila"... Uma cirurgia no coração. E então, sem perceber, preocupado em curar o coração dela quando se deu conta ele tina curado o próprio coração, estava apaixonado.
O romance incluía viagens a lugares paradisíacos, mergulhos em Angra, construíram um navio e viajaram da Argentina ao Brasil, acordavam e passavam cada dia em um lugar. Um sonho, coisa de cinema.
Nem tudo são flores
De repente, Di Gênio, o dono do canal se recusa a continuar com a parceria. O faturamento da empresa desce a zero. No dia seguinte os clientes que o procuram recebem a oferta de continuar com um outro programa, como nome diferente, no mesmo canal. Ou seja, sem espaço para veiculação, sem clientes (os que tinha perdeu de forma desleal), se vê tendo que começar tudo de novo.
Os amigos dizem: - Cuidado, o Di Gênio é poderoso!
Ele responde: - Poderoso? Você diz isso porque não conhece meu sócio! Você conehce meu sócio?
- Não, eu nem sabia que você tinha sócio...
- Tenho, e para você ter uma idéia de como ele poderoso, de manhã, quando ele come sucrilhos tem um monte de Di Gênio junto!
Pois é, quem ele chama de sócio nós chamamos de Deus. Em pouco tempo o Shop Tour voltou. Em canal próprio e com grande sucesso.
Na palestra em que Luiz Galebe contou sua própria história ele terminou dizendo ironicamente: "É claro que sou um cara de sorte, não é obra de Deus!"
Foi irônico porque seus olhos diziam exatamente o contrário, Deus estava presente em cada instante de sua história.
_________________
Neste post eu tinha iniciado o mesmo conteúdo, só que de outra forma: Galebe
Na primeira gravação estava sem dinheito até para alugar a câmera. E, pior, não tinha nem cheque para fazer um pré-datado. O primeiro cliente emprestou o cheque, que estava sem fundo, mas era um cheque e garantiu a gravação. Foi um sucesso!
Muitas histórias, muitas vendas e em pouco tempo conseguiu fazer o que nunca tinha acontecido: juntar dinheiro, estocar! Aquele bolo que foi se amontoando às vezes era o consolo na hora do stress e da ansiedade. Ia até o armário em que as notas ficavam guardadas e as colocava sobre a testa. Diz que fazer isso o acalmava.
Faltava um amor
Precisou comprar um avião, um helicóptero, aumentou a equipe para que o programa não fosse dependente do trabalho dele. Tinha tudo, faltava um amor. Já estava a ponto de desistir quando pediu: "Meu Deus, queria tanto uma mulher assim que fosse como desejo e que me ensinasse a ser como ela quisesse também..."
Pediu sem esperança alguma.
Foi visitar o escritório de um amigo e logo na recepção, quando olhou a secretária pensou: "Eu casaria com ela". Entrou e perguntou quem era para o amigo e se ele se casaria com ela. "Você está louco, claro que não vou casar com ela!"
"Se você não casar eu caso!"
O amigo chamou a moça e brincou com ela:
"Escolha com que você quer casar, comigo ou com ele?"
Para resumir, um mês depois já estavam morando juntos. E alguns meses depois ela tinha marcada uma cirurgia muito "simples" e "tranquila"... Uma cirurgia no coração. E então, sem perceber, preocupado em curar o coração dela quando se deu conta ele tina curado o próprio coração, estava apaixonado.
O romance incluía viagens a lugares paradisíacos, mergulhos em Angra, construíram um navio e viajaram da Argentina ao Brasil, acordavam e passavam cada dia em um lugar. Um sonho, coisa de cinema.
Nem tudo são flores
De repente, Di Gênio, o dono do canal se recusa a continuar com a parceria. O faturamento da empresa desce a zero. No dia seguinte os clientes que o procuram recebem a oferta de continuar com um outro programa, como nome diferente, no mesmo canal. Ou seja, sem espaço para veiculação, sem clientes (os que tinha perdeu de forma desleal), se vê tendo que começar tudo de novo.
Os amigos dizem: - Cuidado, o Di Gênio é poderoso!
Ele responde: - Poderoso? Você diz isso porque não conhece meu sócio! Você conehce meu sócio?
- Não, eu nem sabia que você tinha sócio...
- Tenho, e para você ter uma idéia de como ele poderoso, de manhã, quando ele come sucrilhos tem um monte de Di Gênio junto!
Pois é, quem ele chama de sócio nós chamamos de Deus. Em pouco tempo o Shop Tour voltou. Em canal próprio e com grande sucesso.
Na palestra em que Luiz Galebe contou sua própria história ele terminou dizendo ironicamente: "É claro que sou um cara de sorte, não é obra de Deus!"
Foi irônico porque seus olhos diziam exatamente o contrário, Deus estava presente em cada instante de sua história.
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Neste post eu tinha iniciado o mesmo conteúdo, só que de outra forma: Galebe
O aluno que tem que brilhar
Acabo de sair de mais um dia de aula. Dessa vez que eu ministrei. Embora tenha assistido muitas aulas em forma de palestras esses dias.
Se bem que são coisas diferentes. Lembrei que meu ex-eterno-professor Gabriel Chalita dizia que a diferença entre aula e palestra é que na aula quem tem que brilhar é o aluno. A palestra costuma ser um show, quem dá o show é o palestrante (quando é bom!) Já o professor em aula tem que buscar esse "show" na performance de cada aluno. Tento fazer isso sempre. É uma das minhas prioridades como educadora.
Se bem que são coisas diferentes. Lembrei que meu ex-eterno-professor Gabriel Chalita dizia que a diferença entre aula e palestra é que na aula quem tem que brilhar é o aluno. A palestra costuma ser um show, quem dá o show é o palestrante (quando é bom!) Já o professor em aula tem que buscar esse "show" na performance de cada aluno. Tento fazer isso sempre. É uma das minhas prioridades como educadora.
Operação Sorriso
Recebi por e-mail e quero compartilhar:
A Ampla está buscando 125 crianças que tenham seqüelas como: lábio-leporino e fenda palatina para realizar gratuitamente a cirurgia de reparação. Se você conhece alguém que tenha alguma dessas deficiências, por favor, informe o telefone da Ampla (21) 2562-2822 ou o site www.operacaosorriso.org.br
A Ampla está buscando 125 crianças que tenham seqüelas como: lábio-leporino e fenda palatina para realizar gratuitamente a cirurgia de reparação. Se você conhece alguém que tenha alguma dessas deficiências, por favor, informe o telefone da Ampla (21) 2562-2822 ou o site www.operacaosorriso.org.br
4 de jun. de 2008
Palestras
Não sei o que acontece que só tenho assistido a palestras esses dias... Eu amo! Não reclamo. É que isso me toma um tempo de escrever aqui e me causa ansiedade em compartilhar os conhecimentos recém-adquiridos...
Acabo de voltar de uma aula inaugural da prós-graduação da UNIFIG com a Prof. Maria Garcia da PUC, uma "senhorinha" (no sentido mais carinhoso) que é uma autoridade no Direito e que é um exemplo de elegância, sabedoria e humildade. Nào necessariamente nesta ordem. Incrível! Anotei tudo para reescrever aqui, assim como tantas palestras que assisti esses dias. Quando farei isso é uma incógnita...
Acabo de voltar de uma aula inaugural da prós-graduação da UNIFIG com a Prof. Maria Garcia da PUC, uma "senhorinha" (no sentido mais carinhoso) que é uma autoridade no Direito e que é um exemplo de elegância, sabedoria e humildade. Nào necessariamente nesta ordem. Incrível! Anotei tudo para reescrever aqui, assim como tantas palestras que assisti esses dias. Quando farei isso é uma incógnita...
Amit Goswami

Ontem estive na palestra de Amit Goswami no Brasil . Amit é o cientista PhD indiano que aparece no filme "Quem somos nós?" Um homem simples e genial! Palestrou de chinelos e meia esbanjando conhecimento e criatividade.
Um dia antes também assisti à sua esposa Uma Krishnamurthy, psicóloga, especialista em Psicologia do Yoga. Gostei muito! Pretendo falar mais sobre eles.
Dá-lhe desculpas pela ausência
Este é um blog atualizado mais de uma vez ao dia. Então você me pergunta por quê isso não tem acontecido. E respondo que a falta de tempo é o grande motivo. Confesso que os assuntos pipocam, conteúdos idem. Continue comigo e sua satisfação será garantida (ou seu dinheiro de volta... risos)
Beijos de luz,
Aline***
Beijos de luz,
Aline***
3 de jun. de 2008
Satisfações de ausência
Detesto ficar o dia todo sem escrever, é que cheguei só agora...
Dia repleto. Acabo de chegar de uma palestra com uma indiana. Preciso consultar o nome dela para depois constar aqui.
Durante o dia tive reuniões, trabalho, até ensaiei escrever um post mas ainda não está pronto. Fica para amanhã, assim como tantos outros que quero escrever.
Beijos de luz,
Aline***
Dia repleto. Acabo de chegar de uma palestra com uma indiana. Preciso consultar o nome dela para depois constar aqui.
Durante o dia tive reuniões, trabalho, até ensaiei escrever um post mas ainda não está pronto. Fica para amanhã, assim como tantos outros que quero escrever.
Beijos de luz,
Aline***
1 de jun. de 2008
O caminho da vitória
Durante muitas noites frias um grupo de garotos se reuniu em uma quadra de Guarulhos para um treino de futsal. Liderados por um outro garoto. Na verdade um pouco menos garoto que eles, afinal os 10 anos a mais lhe conferiram uma privilegiada experiência. Experiência que carrega no olhar vívido e fulminante com que encerra cada treino, em meio a palavras que rasgam o ginásio quase vazio com sua voz rouca e cansada, depois de um dia exaustivo de trabalho.
Alguns vêm de longe, outros moram mais perto, todos buscam aquele sonho oculto nos dizeres do técnico: o sucesso, a entrega, a vitória! Medalhas cravejadas na mente ainda não são tocadas pela mão. Como únicos atrativos o encontro e a bola, essa esfera que os enlaça desenhando figuras geométricas nos lances que seus pés coreografam.
Após semanas seguindo a mesma rotina enfim o dia da estréia no campeonato. Pegam justamente um time forte e experiente e a vitória que se vislumbra no primeiro tempo se transforma em derrota no segundo. Tudo tinha sido perfeito. União de técnica e afinamento da equipe, mas na contagem de gols os adversários tinham sido melhores. Essas são as regras do jogo. Assim como na vida, nem sempre os melhores vencem, mas fatalmente os melhores vencerão.
Segundo Jogo
Dois dias depois, no horário marcado para a saída da equipe em direção a Cotia, onde seria realizada a partida, dois jogadores ainda não tinham chegado. O ônibus se deslocou sem eles. O trânsito que os esperava não permitia esperar mais.
Dessa vez o primeiro tempo termina com o time vencendo por 4 a 0. O técnico reúne os garotos e diz:
"Foco na vitória! Lembram o que sempre digo, os exemplos de times que conseguem virar o jogo mesmo quando estão perdendo? Quero que essas histórias se explodam! Porque hoje é a nossa hora de ganhar, e ninguém vai tirar isso de nós! Foco na vitória! Foco na vitória!"
Os atletas saíram "pilhados" do vestiário, olhos fulminantes como os do líder, era tudo tão certo, tão merecido que parecia que todos torciam por eles, embora não houvesse torcida presente alguma.
Para completar instantes antes do fim do jogo aparecem na quadra aqueles dois meninos que tinham perdido o ônibus para virem com o time. Sem dinheiro algum os jovens tinham se deslocado de Guarulhos a Cotia, sabe-se lá como, na tentativa de estarem presentes em mais um capítulo que escreveriam juntos. Escreveram juntos. Todos juntos. A vitória se consumou nos minutos seguintes.
Aquele técnico tinha lutado muito por aquela equipe. O vencer deles era ainda mais valoroso para ele. Mágico, raro, surreal! Olhou em cada um, lembrou dos treinos, das dificuldades, viu aqueles garotos extasiados, os dois que tinham vindo sem dinheiro e para estes disse: "Hoje vocês me emocionaram!" Tem aprendizados que nunca terminam, ele sabia disso, por isso ser técnico era algo sedutor demais. Que outra profissão o faria passar pelo mesmo sentimento? Vencer na quadra, tão ou mais doce que vencer na vida... Mas não seria aquela quadra e aquele jogo também a própria vida? Para ele sim.
__________________________
Esse técnico que tanto admiro e que também me emociona enquanto escrevo este texto com lágrimas nos olhos (talvez as lágrimas que ele não deixa cair quando me conta estas histórias, mas que ficam presentes no tom de sua voz) chama-se Eduardo Vela. E sinto muito orgulho porque o conheço e por compartilharmos juntos alguns sonhos e muitos ideais.
Alguns vêm de longe, outros moram mais perto, todos buscam aquele sonho oculto nos dizeres do técnico: o sucesso, a entrega, a vitória! Medalhas cravejadas na mente ainda não são tocadas pela mão. Como únicos atrativos o encontro e a bola, essa esfera que os enlaça desenhando figuras geométricas nos lances que seus pés coreografam.
Após semanas seguindo a mesma rotina enfim o dia da estréia no campeonato. Pegam justamente um time forte e experiente e a vitória que se vislumbra no primeiro tempo se transforma em derrota no segundo. Tudo tinha sido perfeito. União de técnica e afinamento da equipe, mas na contagem de gols os adversários tinham sido melhores. Essas são as regras do jogo. Assim como na vida, nem sempre os melhores vencem, mas fatalmente os melhores vencerão.
Segundo Jogo
Dois dias depois, no horário marcado para a saída da equipe em direção a Cotia, onde seria realizada a partida, dois jogadores ainda não tinham chegado. O ônibus se deslocou sem eles. O trânsito que os esperava não permitia esperar mais.
Dessa vez o primeiro tempo termina com o time vencendo por 4 a 0. O técnico reúne os garotos e diz:
"Foco na vitória! Lembram o que sempre digo, os exemplos de times que conseguem virar o jogo mesmo quando estão perdendo? Quero que essas histórias se explodam! Porque hoje é a nossa hora de ganhar, e ninguém vai tirar isso de nós! Foco na vitória! Foco na vitória!"
Os atletas saíram "pilhados" do vestiário, olhos fulminantes como os do líder, era tudo tão certo, tão merecido que parecia que todos torciam por eles, embora não houvesse torcida presente alguma.
Para completar instantes antes do fim do jogo aparecem na quadra aqueles dois meninos que tinham perdido o ônibus para virem com o time. Sem dinheiro algum os jovens tinham se deslocado de Guarulhos a Cotia, sabe-se lá como, na tentativa de estarem presentes em mais um capítulo que escreveriam juntos. Escreveram juntos. Todos juntos. A vitória se consumou nos minutos seguintes.
Aquele técnico tinha lutado muito por aquela equipe. O vencer deles era ainda mais valoroso para ele. Mágico, raro, surreal! Olhou em cada um, lembrou dos treinos, das dificuldades, viu aqueles garotos extasiados, os dois que tinham vindo sem dinheiro e para estes disse: "Hoje vocês me emocionaram!" Tem aprendizados que nunca terminam, ele sabia disso, por isso ser técnico era algo sedutor demais. Que outra profissão o faria passar pelo mesmo sentimento? Vencer na quadra, tão ou mais doce que vencer na vida... Mas não seria aquela quadra e aquele jogo também a própria vida? Para ele sim.
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Esse técnico que tanto admiro e que também me emociona enquanto escrevo este texto com lágrimas nos olhos (talvez as lágrimas que ele não deixa cair quando me conta estas histórias, mas que ficam presentes no tom de sua voz) chama-se Eduardo Vela. E sinto muito orgulho porque o conheço e por compartilharmos juntos alguns sonhos e muitos ideais.
Galebe
Hoje já é domingo porque passa da meia-noite, mas para mim ainda é sábado porque não dormi. Pela manhã saí de casa em direção a São Paulo. A primeira palestra foi do Luiz Galebe, presidente do Shop Tour. A história dele é incrível! Começou na TV por um motivo muito inesperado. Estava separado da mulher e passou a ter medo que as filhas esquecessem seu rosto ou deixassem de gostar dele. A TV era uma forma de estar perto delas, de se comunicar com as filhas mesmo à distância. Através do programa ele podia agradar suas meninas mandando beijos a elas e às amiguinhas da escola. Realmente esse plano deu certo, ele se fez presente. Só que para manter um horário na TV ele precisava pagar, portanto tinha que ter anunciantes que pagassem essa conta. Assim começou o Shop Tour.
Sêmen de Cavalo
O produto mais doido que vendeu foi sêmen de cavalo. Contou a história hilária entre risadas da platéia. Falou da época em que começou a ganhar muito dinheiro, mas muito dinheiro mesmo.
(Continua amanhã)
Sêmen de Cavalo
O produto mais doido que vendeu foi sêmen de cavalo. Contou a história hilária entre risadas da platéia. Falou da época em que começou a ganhar muito dinheiro, mas muito dinheiro mesmo.
(Continua amanhã)
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