Se esta é a sua primeira vez neste blog leia na coluna da direita as instruções!

31 de jul. de 2008

Gabriel Chalita

Gabriel Chalita foi meu professor. Fui apaixonada por ele. Eu o perseguia assistindo às suas palestras, aulas, discursos, o que fosse. Anotava o que dizia e aprendia sempre. Com o tempo notei que seu exemplo tinha deixado fortes marcas em mim. A paixão passou, a admiração continua. Confio nele, na integridade, no valor, na sabedoria e na competência. Não sou de fazer campanha mas gosto tanto deste homem, a admiração é tão grande, que escrever aqui é como um desabafo sincero, já que ele é candidato a vereador pela cidade de São Paulo.

Lembro-me de uma passagem em que sua assessoria entrou em contato comigo porque sou dona da primeira comunidade de Gabriel Chalita no orkut. Pediram meu endereço e alguns dias depois recebi um lindo livro de presente e uma carta escrita em próprio punho pelo meu mestre.

O número dele é 45633. Muitas pessoas podem não ter em quem votar, pesquisem, vejam e concluam. O meu voto seria dele se pudesse, mas voto em Guarulhos.

Trindade - terceiro dia

Ele resolveu me apresentar Trindade.
Parecia uma vila de pescador que crescera desordenadamente. Mostrou-me lindas praias enquanto ventava e amaeaçava chover. Subimos umas enormes pedras para tirarmos fotos e sentimos o mar esbravejar em forma de ondas muito próximo a nós. Senti medo. Ele alertou que uma onda maior poderia nos derrubar dali. E uma onda maior se aproximou. Minhas pernas tremeram enquanto visualizei a onda se debater nas pedras. Felizmente a água só atingiu nossos pés e fomos embora rápido temendo que a ventania trouxesse ondas ainda maiores.
Almoçamos em um restaurante simples e rústico. Pedimos um prato feito delicioso. Podíamos escolher entre carne, peixe ou frango para acompanhar salada, arroz, feijão e batatas fritas. Foi tão gostoso (e a conta tão barata) que poderia almoçar lá todos os dias. Uns europeus estavam comendo na mesa ao lado e pareciam também impressionados em pagar tão pouco por uma refeição.

Tiramos uma foto e fomos tomar café ali perto. O estabelecimento tinha uns aramescos de madeira trabalhada e mesas e bancos feitos de tronco de árvore. Era simples e bonito. Ele tirou uma foto minha enquanto eu comia um pedaço de bolo de cenoura com cobertura de chocolate, o meu preferido.

O vento trazia alguns chuviscos extras caindo sobre nós enquanto seguimos até o carro. A próxima parada seria Almada.

Almada
Vimos o movimento e só então notamos que a praia estava lotada por conta de um festival de camarão. Voltamos pela estradinha de terra e resolvemos seguir a indicação para uma pousada. O Du foi logo me dizendo: "Acho que por aqui vamos encontrar o que procuramos!" Realmente nos deparamos com um caminho de árvores. Era fim de tarde e o silêncio era completo. Fomos entrando em uma casa em meio a um paraíso verde. Logo um simpático casal surgiu para nos atender. As pessoas que moram nesses lugares paradisíacos parecem ter uma paz que vamos perdendo nas cidades grandes. A pele [dessas pessoas] parece ser mais delicada e [elas] emanam uma atmosfera de amor e cumplicidade que os casamentos dificilmente mantem.

Você pode conhecer de que estou falando pelo site da Casa Mila. Inclusive adorei a foto do casal e a descrição de cada apartamento.

Ela nos disse que tinham reserva para todos os chalés, infelizmente não podería nos receber. Olhamos um para o outro com uma expressão de decepção. Parecia ser o local exato para nos acolher... Vendo nossa frustração ela se ofereceu para nos apresentar a pousada e a seguimos. A paz ficava mais evidente a cada passo. Canto de pássaros, barulho de vento nas folhagens das árvores e o mar... O mar protagonizando a vista com seu azul profundo e belo. Disse-nos que apenas uma chalé estava livre e poderia nos mostrar, os hóspedes ainda não tinham chegado. O apartamento tinha uma varanda com vista para o mar e uma rede. Parecia um cantinho íntimo e encantado. Ela ajeitou a torneira do banheiro e disse que arrumaria naquele instante porque estava torta. Falei que os pequenos detalhes é que tornam as coisas exclusivas e únicas. Ela riu. Tudo tem seu charme, depende do olhar, acrescentei.

Saímos de lá com um misto de pena e saudade, sonhando com uma volta, qualquer dia desses, sem saber o que nos esperava...
(Continua depois)

30 de jul. de 2008

Terceiro dia

Uma hora acordei e ele estava me olhando intensamente. Ele sorria. Foi apenas um piscar de olhos, dormi de novo e senti um beijo em minha face.

Ao acordar ele me confidenciou estar apaixonado... Por Paraty. Brinquei que achei que era por mim. Mais tarde foi ele quem brincou que fico linda dormindo, porque fico em silêncio.

Depois de arrumarmos as malas na manhã de sexta-feira eu ainda cismei em passar em uma loja para comprar um chapéu que tinha experimentado no dia anterior. Duvidava que ele tivesse paciência para me acompanhar. Colocamos tudo no carro, acertamos a conta e ele me olhou como se fosse a coisa mais normal do mundo voltarmos àquele centro que já tínhamos rodado por vezes e vezes.

O chapéu tinha sido vendido. Saímos da cidade pensando para onde íamos. Uma das setas indicava Cunha. Ele resolveu me apresentar...
(Continua amanhã)

Paraty - segunda parte

Voltamos exaustos para a pousada. Tínhamos andado bastante pelo centro histórico.
Ficamos enrolando tanto tempo (e cochilando também) que quando vimos a hora já estava tarde. Saímos para procurar um lugar para jantar. Quis usar uma bota cowboy para ficar mais bonitnha, estava frio. Foi uma má escolha, não conseguia me equilibrar direito nas pedras que ladrilham as ruas do centro. Tivemos que dar muitas voltas para encontrar algum restaurante aberto, a maioria já estava fechando porque passava das 23h. Até que um homem na porta de um deles nos abordou e nos convidou para entrar. Comentou sobre a culinária de pratos todos flambados na cachaça tradicional de Paraty. Consideramos original e resolvemos experimentar. Chama-se Casa do Fogo e foi realmente encantador. Um casal de músicos foi nossa trilha sonora exclusiva, luz de velas, tudo remetia ao tema. Até mesmo a conta veio em um papel todo queimado em volta. O ambiente tinha um clima acolhedor. Tudo rústico, tudo quieto, propício para o romance. A música tocava baixinho e sonoro intercalando nossos suaves aplausos.

Durante a espera ensaiamos alguns passos de dança, sozinhos ao lado da mesa, mas a comida chegou em seguida. Fomos embora sorrindo e apaixonados, enquanto eu me equilibrava novamente sobre os ladrilhos.

Bom dia!

Alguém de Lisboa está online bem agora.
Bom dia, companheiro!
Além de mim mais duas pessoas online, bom dia!

29 de jul. de 2008

Segundo dia de viagem - Paraty

Depois do café caminhamos pela orla e seguimos de carro em direção a Paraty. Estacionamos no centro histórico onde ficam as lojinhas e restaurantes. As ruas são de pedras, dificultam o andar. As esquinas são todas parecidas o que nos dá a sensação de já termos passado por ali muitas vezes. É preciso estar atento para conseguir se localizar. Olhava para um lado e para outro tentando identificar algo familiar para saber para que lado deveria virar, sem risco de percorrer a mesma rua.

A pousada que escolhemos era ali pertinho: Magnus

Almoçamos em um restaurante cercado de pedras, plantas e boa música e saímos para procurar uma loja de máquinas fotográficas. Compramos uma descartável para registrar nossa viagem.

De repente vimos um cartaz que indicava a venda de livros usados, paixão que compartilho com o Du. Era uma galeria de arte e a própria artista explicava as obras. Achei incrível os trabalhos feitos em material de grade questionando justamente a liberdade. Mágico!'

Os livros eram poucos mas escolhi um de Rainer Maria Rilke, de poemas e outro do jesuíta Pierre Teilhard de Chardin. Os dois por 12 reais.

Fomos convidados pela artista para um evento de jazz. Ouviríamos um pianista ali mesmo à noite.
(continua amanhã)

Churrasco e diversão

Parece uma delícia esse churrasco vegetariano, indicado pela Rosana Hermann em seu blog.

Esse jogo indicado por minha irmã, Andreza, é fantástico! Temos que assumir a chefia de um restaurante japonês, atender bem os pedidos dos clientes, sem descuidar de pedir comida aos fornecedores, limpar os pratos, etc.

Esse jogo foi desenvolvido por um amigo meu e um amigo dele. Trata-se do War, um sucesso dos anos 80/90! Quem não jogou? O site já tem mais de 11 mil usuários. É só se cadastrar!

Ubatuba - Primeiro dia

Na quarta-feira passada, 23 de julho, fomos viajar sem destino. Sabia que provavelmente a estrada da praia seria a primeira opção. Próximo ao mar é onde ele se sente em casa. E temos essa mania de voltar para casa, para o lugar de origem.

Pensamos em Paraty, por não ser tão longe, nem tão perto. Por ser também uma passagem talvez... Para algum outro lugar.

Foi anoitecendo e resolvemos dormir em Ubatuba para procurarmos pousada em Paraty só no dia seguinte, com o dia mais claro. Paramos na primeira que vimos, com um nome muito sugestivo e uma ótima aparência: Pousadinha. A livraria ficava logo em frente isso me animou muito. Tinha esquecido todos meus livros. Passamos lá. Pequena, poucas opções... Encontrei um livro[O amor esquece de começar] do Fabrício Carpinejar. Já tinham me indicado, inclusive, se não me engano, eu o dei de presente a uma amiga. São crônicas. Fiquei em dúvida entre outros dois, um sobre neurociência e outro do Mário Quintana, "Para viver com poesia", muito lindo! Ainda pretendo adquirir os dois qualquer dia.

Saímos de carro a procura de um restaurante. Estacionamos bem perto dali e andamos em cireção a praia. Vimos bem em frente ao mar um restaurante. Assim que nos aproximamos pude enxergar a chama das velas sobre as mesas, um ambiente tão lindo e romântico que aqueceu meu corpo, embora estivesse frio. Apertei os braços do Du e exclamei: "Nossa que lugar lindo!", enquanto meus olhos se encantavam observando ao redor.

A comida foi ótima e o atendimento solícito e atencioso. Até a própria dona nos deu as boas-vindas e por ser nossa primeira vez no restaurante ganhamos uma sobremesa como cortesia. Escolhi uma banana flambada acompanhada de sorvete que estava deliciosa. Saímos felizes e o Du me levou para um barzinho que ele frequenta desde jovem. Uma banda de forró estava ensaiando naquele dia. Voltamos para a pousada e combinamos de caminhar pela manhã no dia seguinte.

Pessoa amada é espelho

A pessoa amada é um espelho cujo o reflexo reflete nossos piores defeitos. Vemos tudo que não somos e quão imperfeitos estamos. Por isso o amor pelo diferente. Pelo que não temos. Por isso o conflito, por enxergar nossas imperfeições tão claramente refletidas nas qualidades mais belas e intensas do outro. Talvez isso explique porque amor e ódio andam juntos.

Vejo nele o que amo e também o que detesto, porque não tenho em mim. Ele me mostra quanto tenho a aprender e a mudar. Às vezes não quero olhar, não quero enxergar, e o espelho reflete sem selecionar a imagem. Então me vejo, e quanto mais me vejo mais o amo pelo que ele é, por não ser como eu e por me amar diante de seus próprios defeitos refletidos no espelho de minha própria alma. Assim é o amor!

O amor acontece quando amamos aquela imagem invertida que enxergamos brilhar através do espelho cujo reflexo só reflete nós mesmos...

Que coincidência é o amor...

Fiz muito por ele. Não recomendo nem indico. Foi em excesso e nem percebi, e se percebi não pude mudar. Ele me envolveu.
Talvez o amor não exija tantos sacrifícios, mas o relacionamento sim.

Eu me arrependo, não faria de novo. Mas fiz e hoje sou feliz.

28 de jul. de 2008

Curioso(a)?

Alguém esta curioso(a) para saber como foi minha viagem?
Se sim ou se não me escreva!

Choro de criança

Eu devia ser mesmo psicóloga... De formação, pelo menos.
Adoro ouvir os outros e às vezes me falta ferramentas para ajudar...

Assim que cheguei em casa da caminhada vi uma vizinha com a filhinha no colo que será aluna do Progresso assim que as aulas voltarem na semana que vem. Eu e a mãe já tínhamos conversado sobre a educação da filha e fico com uma dor no peito com o sofrimento que deve ser criar um(a) filho(a) desejando sempre o melhor e se cobrando, e se culpando.

Hoje, da minha casa, eu já tinha ouvido o choro da criança e de novo ela chorou aos berros, sem motivo aparente. O coração da mãe se contorceu por dentro, era visível como se seu corpo fosse transperente. Pude ver a dor, a vergonha, a indecisão sobre o que fazer naquele momento e fiquei triste... Eu também não sabia como orientá-la, como ajudá-la. Não sou uma amiga que pode se intrometer "chutando", sou uma profissional. Serei a diretora da escola da criança na semana que vem. Como diretora não sou uma "especialista" na criação de filhos, mas modéstia a parte tenho alguma sensibilidade que acontece quase no instinto. Eu mesma nem percebo o que faço para solucionar meus problemas com as crianças. Sei que funciona, como já relatei aqui algumas vezes.

A menininha tinha gostado de mim. Percebi isso no início e foi o um dos momentos em que fiquei feliz com o encontro. Quando ela chorou instintivamente fiz o que costumo fazer na escola, sem pensar. Falei: "Ah, se está chorando é porque não gostou de mim. Então vou embora!"
Ela parou de chorar na hora e ficou me olhando ir embora (sempre falo de verdade com as crianças, quando digo que vou embora é porque vou mesmo). A mãe não entendeu, como acho que você que está lendo também ainda não entendeu. Ela quis que a criança pedisse desculpas mas fiz com a cabeça que ela podia ir embora também que não tinha problema. Na verdade era isso que queríamos fazer(nos despedir para entrarmos) quando a criança começou a chorar. Só quando entrei em casa tive o "click". Tinha feito algo que a mãe poderia repetir se quisesse. Algo que sempre faço e funciona. Quando a criança pequena grita e chora ela ainda não sabe expressar os próprios sentimentos, ela precisa da nossa ajuda para tanto. Além disso mesmo quando sabemos o que ela quer nem sempre coincide com o que podemos fazer no momento. Ela queria brincar comigo, entrar na minha casa. Eu até brincaria com ela prazer, mas a mãe parecia ter algum compromisso, ou ficou sem graça, não sei. A menina começou a gritar e chorar. Falei exatamente o contrário do que ela queria me dizer com aquele choro. Indiretamente quis ensinar a ela duas coisas:
1) Que quando chora e grita eu não a compreendo; e
2) Que eu respeito seu choro e me retiro quando não sou bem-vinda, se fosse o caso.
Faço isso na escola. Vou respeitando o tempo e o espaço da criança. Apesar de amar todas e desejar o abraço delas sempre, tenho um aluno de 4 anos que em 2 anos estudando lá só agora que começou a se familiarizar comigo. Se pudesse eu o teria obrigado a me dar carinho e atenção mas sempre me retirei quando ele quis. É claro que falo das crianças pequenas. É claro que também falo de minha atitude como pessoa que as ama. Como diretora há situações em que tenho que intervir de forma diferente mas confesso que nem me lembro quando aconteceu ou se aconteceu. As crianças sempre me permitem falar com elas quando realmente preciso, sempre me ouvem, me atendem e com isso me envaidecem. Desse jeito parece até que me comunico bem com elas. Só Deus sabe os anos de vida que isto me custou. Anos pagos na moeda do meu próprio coração, o seio do meu amor por elas.

Caminhada

Hoje voltei ao trabalho e conferi as novidades na estrutura física do colégio. Vai ficar muito linda a nova brinquedoteca!
Depois conto mais detalhes. É que agora vou para o bosque caminhar e colocar a conversa em dia com minha amiga Renata.
Beijos de luz,
Aline***

Roteiro da Vida

Acho que desde que o blog começou não tinha ficado tantos dias ausente...
Não tive como acessar, ou se tive estava sempre ocupando meu tempo com outras prioridades, até para ter bastante assunto quando voltasse.
Agora que penso em colocar as idéias em palavras fico confusa sobre como começar. A história tem sempre muitas opções e parâmentros para ser contatda.
O roteiro da vida é mágico e único!
Aguarde.

27 de jul. de 2008

Volta da Viagem

Cheguei!
Vou ler e-mails, mensagens, colocar a "casa" em ordem e atualizo assim que possível.
Beijos de luz,
Aline***

23 de jul. de 2008

Recado especial

Esse post é especial para mim. Conta a história de um casal de amigos e o quanto a história deles me tocou.

Hoje, pela manhã, li um recado da Silvana (a parte feminina do referido casal) que me deixou intensamente feliz e até emocionada:

"Aline, passei para uma amiga o que você escreveu sobre nós e ela deixou o seguinte recado para mim:
'Olá SIL,Acabei de ler o texto brilhante que a Aline (moça inspiradíssima) lhe escreveu.Incrível a capacidade dela de fazer um flashback de sua vida, de uma maneira tão especial, tão magnífica, tão verdadeira. Li até o final, me emocionei, me arrepiei. Lindíssimo esse texto!!!Parabéns para vc e Landão!!! Vcs são tudo isso que ela relatou. Ela lhe descreveu exatamente como vc é: "ELÉTRICA, CHARMOSA, IRRADIANTE.... SUA PRESENÇA TRANSMITE ALEGRIA,VIBRAÇÃO E LIDERANÇA"Aproveito para cumprimentar a Aline, mesmo sem conhecê-la.Você, Aline, também tem muitas qualidades, muita inspiraçâo por conseguir descrever esse casal DO BEM com tamanha perfeição....Parabéns SIL, parabéns Landão e parabéns ALINE!!'

Mais uma vez muito obrigada pelo carinho."

Ah... Recados assim perfumam a alma!
Sempre penso que devemos expressar nossos sentimentos para colocar uma flor no jardim diário de outra pessoa. Colocaram uma flor no meu jardim hoje (com essas palavras), vou retribuir colocando uma flor no jardim de alguém, aliás adoro fazer isso! Às vezes a gente guarda o elogio no pensamento, não expressa, a pessoa nem fica sabendo da nossa sensibilidade, do nosso afeto... Afeto, carinho, atenção quanto mais a gente dá mais a gente tem.

Tocar bateria pode queimar tanto quanto jogar futebol!?

Achei interessante essa matéria que compara a atividade física de jogar futebol e tocar bateria.

Tá fazendo o quê?

Você já viu esse novo aplicativo do orkut? O lançamento foi ontem, no MAM.

Fábio Assunção

Ao fazer uma pesquisa avançada no Google é possível refinar a busca apenas sobre as últimas 24 horas (ou ainda escolher a data desejada, que pode ser o último mês, ou ano, por exemplo). É muito útil quando queremos saber a atualização de um fato, previne a possibilidade de chegarmos apenas a notícias antigas.

Só que digitando o nome "Fabio Assunção" nas últimas 24h não aparece meu blog, sendo que publiquei post recente a respeito. Não usei o nome no título para fazer suspense, mas agora se ainda não leu o post abaixo tente fingir que não sabe quem é o famoso. Fique curioso novamente, oras. Tudo para me ajudar a receber mais visitas por aqui, vindas do Google. Quem sabe alguém vem e gosta!?

Aliás ainda vou testar se com o nome dele no título a busca funciona e direciona para cá.

Famoso no almoço

Puxa, até agora agora tinha esquecido de contar algo que aconteceu domingo. Talvez porque seja absolutamente dispensável... Mas levando em conta que pessoas famosas sempre geram curiosidade (vide o número de insformações a respeito em revistas de fofoca e sites) achei que valia a menção.

Estava eu almoçando com a família toda em um restaurante de shopping no domingo. De repente entra uma moça muito linda, morena com o cabelo tão brilhante que espelhava a luz ao redor. De camistinha vermelha desbotada e jeans. Ela era magra, dessas que inspiram a inveja das "mortais", que ódio! Só por esse detalhe ela já seria suficientemente invejada. Chamou-me tanto a atenção que demorei para notar quem a acompanhava. Era ele, talvez os olhos azuis mais famosos da TV: Fabio Assunção. Lógico que estava tampando a marca registrada com óculos escuros. Ficou realmente tão discreto que ele sumiu ao lado da linda namorada. Detalhe, sentaram na mesa bem atrás de nós. Dava até para ouvir a conversa. E tive que fazer isso porque não consegui tampar os ouvidos, acredita? Estavam programando uma viagem e Fabio comentava opções que excluíam o Caribe, embora tenha sido citado, e priorizavam o Chile, como destino.

Criança
Ah! O filho de Fabio os acompanhava. Um menino saudável e peralta. Considerei-o um pouco imaturo para o tamanho e fiquei triste porque sou apaixonada por crianças. Não é um julgamento que se valha de alguma coisa porque nem conversei com o menino, mas é uma possibilidade e não deve ser fácil ser filho de uma "estrela" televisiva e ainda de pais separados. Criança precisa de atenção e estímulo dentro de casa, para dar vazão aos inúmeros talentos e potencialidades que estão ali pululando.

Hoje tem viagem!

Ontem ele foi deixar o carro em ordem, depois passamos no shopping para resolver problemas do modem (acho que vou ter acesso a internet para postar, eba!) e acabou ficando tarde para viajar, preferimos transferir para hoje.

22 de jul. de 2008

Talvez hoje só amanhã

Provavelmente vamos adiar. Acho que a gente só vai viajar amanhã...

Fazer a mala

Demoro muuuito para arrumar as malas. Fico apreensiva, como medo de escolher peças erradas ou de esquecer alguma coisa. Sem ter destino fica mais difícil. Resolvi levar peças de frio, de calor e de meia estação, não sei o que me espera.

Estou levando duas calças pretas, uma jeans, uma cinza, roupa de ginástica (namorado esportista a gente tem que acompanhar), dois moletons cinzas, dois pretos, camisetas de manga comprida (preta, branca, cinza e uma estampada linda), camisetas de manga curta (uma com o Che Guevara e outra com detalhe bordado), regatas (preta, vermelha, roxa), três vestidos leves e curtos (preto, roxo e estampado), duas minis (uma jeans e uma azul), um shorts preto, um pijama de frio e um de calor, uma bota cowboy (para fazer estilo nas produções), um tênis, uma bota preta, um chinelo alto preto, uma havaianas, uma sandália de salto de madeira (no caso de frio terei duas opções de bota e em caso de calor terei duas opções para escolher também, fora a havaianas) , meias, lingerie, cachecol, cremes, shampoo, frequencímetro (para praticar esporte com meu personal-namorado), ainda falta colocar biquini e canga na mala. Ah! Tô levando também uma jaqueta jeans e acho que vou levar outra revestida por dentro, bem quentinha. Pode parecer muito, mas por incrível que seja para mim parece o necessário.

(Confesso que fico rindo sozinha com minha deficiência em arrumação de mala ao mesmo tempo que faço piada comigo mesma agradeço muito pela oportunidade de ter tantas opções, só fico triste que nem todo mundo possa ficar assim escolhendo como eu... Nessas horas sinto ainda mais vergonha e receio de soar fútil).

Acho que quem demora muito para fazer uma mala deve ser um pouco "mala" também...

Filme

Um amigo me indicou esse filme: Medo da Verdade. Em DVD.

Orkut

Não consigo acessar meu perfil no orkut, meus amigos tem problemas para vê-lo. Depois da manutenção de ontem à noite imaginei que tudo estivesse resolvido no site. Acho estranho que aconteceu o mesmo com minha irmã Andreza, não sei se é pelo fato dos perfis serem antigos, por número de amigos ou o quê...

Rubem e Dercy

Hoje a Folha de São Paulo publicou uma crônica linda de Rubem Alves (como todas que ele escreve) em homenagem a Dercy Gonçalves. Inspirado em um conto de Gabriel Garcia Márquez ele traduziu em belas palavras o momento que vivemos.
Se alguém tiver acesso livre UOL poderia por gentileza colcar o texto nos comentários!
Agradeço desde já.

Viagem

Sabe o que é viajar sem destino?
Eu não sei, vou saber hoje.
Temos algumas idéias, ontem quase brigamos para decidir, enfim decidimos não decidir, não escolher.

Quanto tempo da vida gastamos pensando sobre qual a nossa origem ou qual nosso destino? Vamos pensar em nosso presente nessa viagem. Pelo menos esta é a idéia.

Antecipadas

O blog está sendo mais um diário esses dias...
Viajo amanhã e não sei como vai ser para postar.
Peço desculpas antecipadas pela ausência mas já aviso que volto em menos de uma semana com novidades.
Beijos de luz,
Aline***

21 de jul. de 2008

Fantástica

Adorei assistir Fantástico ontem. Quase nunca estou em casa no horário.
A meninha de 8 anos, única sobrevivente, da família, de um acidente de caminhão foi uma coisa impressionante, tamanha sua lucidez nas entrevistas. Merecia ser artista para que pudéssemos vê-la sempre brilhando nas telinhas. Será que nenhum diretor da Globo assistiu e percebeu que a menina tem talento e carisma? Fiquei encantada. Alguém viu?
Veja aqui.

Voltou

Ele disse que voltava ontem. Era o limite da minha saudade. Mas quase não acontece e mesmo tendo voltado o cansaço o impediu de me ver. Sentiu mais falta do sono, da cama aconchegante, do banho. Ficamos no telefone até de madrugada. Hoje de manhã quando me viu ganhei repetidos abraços apertados desses que exterminam a carência e acalentam o sentimento.

Tempo

Tenho ficado bastante tempo na internet. Pesquisar, ler e-mails, responder mensagens e escrever no blog me tomam um tempo considerável.

20 de jul. de 2008

Ajuda

Imagine estar morando fora do país e ser acometido por um câncer. Toda sua família não tem dinheiro para visitá-lo. Isso está acontecendo e se você se interessa em ajudar com qualquer quantia é possível e aceito.

Jairo é um amigo que me fez um apelo. Eu o conheço pessoalmente. A irmã dele mora fora do país e é o amigo dela que está com câncer. A história é absolutamente real. Este é o perfil do orkut do meu amigo. E você pode ligar diretamente para ele para saber detalhes de um eventual depósito que deseje fazer: (11) 8299 8000

Sábado de Diversão

O café-da-manhã foi:
2 fatias de pão light Nutrella (amo!) com mussarela de búfala (também amo!); e
1 fatia de mamão.

Depois de muita conversa fui caminahr com meu pai e minha irmã. O bosque fica perto. Foi ótimo! Na volta encontrei minha amiga, Re, no salão ao lado de casa. Fui até lá especialmente para conversarmos. Ficamos uma hora fofocando, depois tomei um banho me vesti e fui com a minha irmã Andreza para São Paulo. Fomos encontrar a Adelita, nossa caçula. Passeamos um pouco e fomos almoçar na Galeria Vermelho, no Sal Gastronomia. Um dos melhores restaurantes que conheço. Além do chef ser um dos mais charmosos... Mas o ponto forte são os pratos, deliciosamente especiais.

Lá estava acontecendo a Verbo, uma Mostra de Performances. Ano passado minha irmã foi a estrela da edição com a performance "Encubo-me". Acabei de encontrar uma notinha com foto neste blog.

Desta vez vi algumas coisas interessantes, como uma artista que distribuia cartões para as pessoas com diferentes sugestões e miniperformances. Exemplos: deite no chão, minta para impressionar, conheça alguém interessante para a sua carreira, etc. Tinham que ser realizadas 4 vezes por cada pessoa que pegasse o cartão e assim que terminasse cada uma havia pequenos adesivos para serem colados na pessoa que participou. No final todos ficavam sabendo, de acordo com o número do adesivo colado em si em que performance tinham participado. Muito bacana. Vi gente deitada no chão e várias com o adesivo vermelho.

Encontramos o Rubão, que estudou com a Deza, fomos assistir a peça Cidadania. O Guto (namorado da Adelita) atua nela. Está em cartaz no Teatro da Cultura Inglesa, em Pinheiros, sábados e domingos às 19h.

De lá fomos para um sushibar na Vila Madalena e depois para o bar Genésio. Encontramos a Rafa, Laura, Nana, etc. Rimos muuuuito.

Voltei cansada, depois de muitas e muitas horas de diversão.

O que é isso?

Vi a propaganda na TV e estou desconfiada de que seja uma ação de marketing de algum produto, lançamento de campanha... O que será?

Qual o seu palpite?

Sexta no Buddha

Sexta-feira é um dia preguiçoso para mim. Prefiro sair aos finais de semana e sou mais do dia que da noite, adoro passeios à tarde. Mesmo assim abri uma exceção. Afinal:

"A vida é o que acontece lá fora, enquanto você está ocupado fazendo planos".

Apesar de não praticar muito, gosto desta frase atribuída a John Lennon. Não acredito muito nos créditos dados pela internet, nunca se sabe se são fidedignos, ou seja, se a frase é mesmo dele ou se é mesmo esta.

Fui com minha irmã encontrar um amigo dela e os amigos dele no Buddha Bar.

Amei o lugar! Não conehci e não esperava gostar tanto. As músicas são ótimas, o lugar é lindo, tem um clima especial. Ficamos com vontade de voltar no dia seguinte e levar nossos pais para conhecer. Acabou não acontecendo.

É só chegar e andar por um longo corredor ao ar livre, coberto por um toldo ardonado de plantas, como um jardim. Somos recebidos com boas-vindas e a imagem de um buda em uma sala. Ao lado há um elevador cibernético (com uma tela de plasma) e uma escadaria que dá acesso ao bar e restaurante. Ao subir vemos ao fundo um Buda ainda maior. Lustres coloridos, enormes e aconchegantes sofás commpletam a decoração suntuosa. Os olhos ficam maravilhados com a beleza do lugar. Eu fiquei!
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