27 de abr. de 2011
Algumas palavras enchem meu coração...
Laudicea Ferreira disse...
Com certeza Aline terá muito sucesso, já sou sua fã a tempos e senti muito sua falta de suas palavras, nesse tempo que passou... mas espero que continue postando, pois como já disse tenho seu blog como de cabeceira... O tempo que passou sem escrever...lia os antigos e cada vez que os lia, tinham novas impressões e olhares...quando a leitura é boa o melhor e sempre repetir...e repetir... é assim que eu faço! Boa sorte e sucesso! ks Lau
Nada poderia me deixar mais feliz. Muito obrigada Laudicea, por dar sentido e razão a cada letra que escolho enquanto escrevo.
Beijos de luz a você e a todos que me acompanham!
24 de abr. de 2011
A vida é um eterno colorir
Há os coloridos de alegria, as cores vibrantes que levam ao riso. Há
os sombreados...
A disposição humana tem uma caixa de lápis coloridos. Com que cor
você colore a sua vida?
21 de abr. de 2011
Tristeza
resultado. É triste um terremoto, mães chorando a perda dos filhos, o
suicidio...
Mas também é triste quando ele não liga, mesmo quando não se sabe
nem o nome, nem o telefone, porque ele (ou ela) surgiu e sumiu. É
triste quando a verdade se apresenta tão diferente dos ideais de amor.
A tristeza não tem medida. Grande, intensa, suave ou profunda... Pode
ser motivada pelos acontecimentos de fora, pode ser motivada pelos
acontecimentos de dentro.
Pode vir sem motivos também.
Enviado de meu iPhone
18 de abr. de 2011
Livro
Se bem que um blog que não é atualizado é o mesmo que sair para
jantar sozinho, ou visitar uma parede. Entendo.
Neste período de silêncio o que mais quero e penso e na publicação
do meu romance.
Agora mesmo estou escolhendo diagramador para imprimir e enviar a
editoras. Qualquer dia desses meu coração vai se encher de alegria,
quando souber que você entrou numa livraria e logo adiante na
prateleira encontrou um livro meu. E comprará, se acaso queira, e, se
gostar, serei feliz a vida inteira.
Enviado de meu iPhone
10 de abr. de 2011
Vou reunir em um poema
todas as belas coisas do mundo.
Unirei sorvete e flor,
papel e lagrima,
sonho e lua,
estrela e amor.
Cantarei em versos
nuvem, musica, beleza e vida
Brisa, silencio, encontro e despedida.
Vou misturar no poema
velhice, criança, planeta
brisa,
céu azul, lábios, luneta...
Pode ser que ninguém leia ou veja.
Ainda assim será um poema!
14 de mar. de 2011
Diário de dor
De dores transmutadas sutilmente surgem felicidades.
De desafetos surgem, tímidos, sorrisos abertos.
De tristezas, lágrimas.
O choro é uma dor que sai do corpo pelo olhar.
10 de mar. de 2011
Aos que passam por aqui.
Beijos de luz,
Aline***
Captura
Um grito necessário que perfura o silêncio deve ser escrito.
Escrevo com destreza e rapidez para que as palavras da minha alma não sejam sugadas pelo cuidado ou pela razão. Meu dedo as captura antes que fujam.
Só assim sei ser eu mesma.
9 de fev. de 2011
Textura
Terminei o trabalho mais especial que realizei até hoje. Meu primeiro livro, um romance. Sinto orgulho deste trabalho, não importa se será lido, se será aceito. O simples fato de estar completo me completa.
Em anos de vida que dediquei às palavras escritas é a primeira vez que elas se encerraram desta forma. Em que pude dizer "Está pronto!"
Finalmente meu livro está pronto. Pelo menos a parte que me cabe. Ele ainda precisa ser revisado, corrigido, editado, diagramado, lançado... Mas é a primeira vez que minha parte está feita. Embora ainda me caiba correr atrás de muita coisa para que possa segurá-lo em minha mão, aquecê-lo em meus dedos, ouvir o som das páginas, sentir a textura e espessura do papel...
Agradeço aos comentários de Renan Baliero, Nilson Barcelli e Analice.
Jr., não sei exatamente quem você é, mas me parece que nos conhecemos, não? Estou em dúvida porque tenho alguns amigos com esse nome.
Não sei que novos ventos me impulsionarão a estar aqui. Quem está comigo? Deixe um comentário!
Beijos de luz,
Aline***
24 de set. de 2010
Continuem comigo!
Agradeço muito pela companhia e no que depender de mim esta é apenas uma pequena pausa. Em breve pretendo voltar com atualizações diárias. Continuem comigo!
Beijos de luz,
Aline**
19 de ago. de 2010
Memórias especiais
Ontem, meu advogado, Moacir Mesquita almoçou em minha casa. Ele, que é conhecido por muitos como louco e excêntrico, é na verdade uma pessoa muita culta, reflexiva e sensível, admirador da arte e do ser humano. Como me disse ontem:
"O ser humano é o maior espetáculo da vida".
Muitas vezes quando converso com ele sinto vontade de gravar o que ele diz, ou ao menos anotar, para eternizar as palavras.
Depois do almoço segui para reuniões e para resolver outros problemas, quando fui interrompida por um aluno do colégio onde trabalho que queria fazer uma breve entrevista comigo para um trabalho escolar. Primeiramente fiquei preocupada com o tempo que isto poderia me tomar, mas não quis decepcionar o adolescente, cujo rosto não tinha visto ainda, quando liberei para que entrasse na minha sala. Carlos está cursando o sétimo ano, tem o rosto alegre, adornado por duas covinhas, uma de cada lado da face, e que sorriem com ele quando ele sorri. Só de vê-lo já me despertou uma coisa boa e uma vontade de abraçá-lo de tão adorável. Ele pediu a um amigo que filmasse a "entrevista" com o celular para que pudesse redigir depois, poupando meu tempo. Fez umas cinco perguntas e me agradeceu por atendê-lo. Eu quis ter uma idéia de como tinha ficado o vídeo e pedi que me enviasse por e-mail. Ele sorriu e me falou:
- Sabe por que eu gosto de você?
Quase não me contive ao ouví-lo fazendo a pergunta e fui me enchendo de alegria conforme ele continuou me contando.
- Lembro-me de você desde que estava no primeiro ano e sempre visitava a minha sala ensinando frases em inglês e contando histórias.
Puxei na memória e me lembrei que naquela época tinha mesmo o costume de visitar as salas de aula das crianças aproveitando para ensinar alguma coisa nos instantes em que interrompia a aula. Nem podia imaginar que para ele estes momentos tinham ficado ainda mais marcados que para mim. Ele ainda completou:
- É por isso que gosto de você!
Fiquei feliz demais por tê-lo atendido e quando me despedi pensei: "Preciso voltar a visitar as salas mais frequentemente, para ter alegrias como esta"...
5 de ago. de 2010
O circo da felicidade
Em um momento em que a mídia e a sociedade valorizam a felicidade, ser infeliz parece ser o mesmo que não pertencer a um grupo. À infelicidade se reserva, socialmente, a mazela da solidão. Até porque hoje em dia ninguém quer ser companhia de gente infeliz. Por isso as amizades acabam sendo superficiais, relacionamentos de mentira. É preciso ser simpático, agradável e não ter sentimentos para ter amigos.
Neste cenário terrível, a internet, tão vista como o paraíso das inverdades, é o paraíso das transparências, onde mais do que ocultar desadequações físicas, as pessoas podem desabafar o que anda tão reprimido, aquilo que realmente são.
4 de ago. de 2010
Felicidade
É estranho que poucas pessoas tem a sensação de que a felicidade depende muito mais de escolhas pessoais e de uma atitude em relação ao mundo, sendo, portanto, uma ação, e não uma reação. Para muita gente que conheço a felicidade é uma consequência de acontecimentos mundanos alheios à vontade humana.
Mesmo aceitando racionalmente a idéia de que a felicidade está dentro e não fora continua sendo complicado transformar isso que se sabe em um hábito natural. A verdade é que ninguém pode ser feliz se não se dispuser a isso, e que muita gente que deposita a felicidade fora de si, em um bem material, por exemplo, ou em um desejo, algo como "se eu conseguir tal coisa ou tal pessoa eu vou ser feliz" acaba encontrando a mesma situação de sempre. No máximo pode ter uma alegria momentânea. Porque por mais que o mundo mude, se a gente continua igual é como se não tivesse mudado nada.
Sentimos juntos
É só teclar.
Mas não se sente mais o perfume do papel,
E nem se ouve o virar da página.
São nas palavras soltas
Que posso sentir o que sente
E você sentir o que sinto.
Sentimos juntos.
3 de ago. de 2010
Emoções
Nãoé sempre que podemos transmitir, especialmente pela internet.
Muitas vezes gostaria de expor meu sorriso, ou até mesmo uma lágrima, para expressar um sentimento escondido que com palavra não se escreve e um e-mail só reprime.
Uso o recurso de escrever como eu sinto. Eu sinto muito. Por isso escrevo muito. Na quantidade do que escrevo eu teço a qualidade do que sinto.
São belos os tecidos que me vestem por dentro.
30 de jul. de 2010
Citação
Nem sempre consigo ser além de mim, com o melhor que possa exercer do meu talento.
Nem sei se do eu tenho.
Vão aqui apenas estas singelas palavras, tentativas de serem melhores que nada, melhores que sou.
29 de jul. de 2010
Ibiúna
Aqui há sol, sentimento e sono.
Os dias tem amanhecido claros, bonitos e estou tão relaxada que tenho sentido bastante sono, quase o tempo todo.
Eu poderia viver assim: escrevendo, lendo, descansando, andando por aí, vendo árvores crescer e flores florescer...
28 de jul. de 2010
Parece que o amor começa sempre antes de começar. Ainda que a gente possa delimitar quando começou, quando ele é verdadeiro parece que existiu antes... É assim que eu sinto. Como se antes algo entre nós já tivesse acontecido.
No nosso caso aconteceu mesmo. Eu fui apaixonada por ele muito antes do nosso amor acontecer. Para ser exata 5 anos antes.
Agora já fizemos 1 ano de namoro, desde que nos reencontramos.
Para comemorar não trocamos presentes, plantamos uma árvore. A árvore vai representar o nosso amor crescendo, florescendo... E ainda quando não estivermos mais neste mundo, o nosso amor em forma de árvore continuará vivo. Nosso "amor" será mais alto, mais forte e mais duradouro que nós mesmos. E não é assim mesmo que deve ser o amor?
Nossa árvore está plantada aqui na terra de Ibiuna.
27 de jul. de 2010
Encontro
Há dias em que ele apenas conta o que vivo por fora. Há dias em que conta o que vivo por dentro.
Ele me alimenta e dele me alimento.
Sorrio cada vez que penso que algumas pessoas me visitam com regularidade.
É quase como um encontro que marcamos. Quase um compromisso. E por ele estamos unidos, atados, de alguma forma.
Não tenho outra companhia mais assídua. A poucos posso me reportar com maior sinceridade que aqui. E, mesmo tendo tão poucos acompanhantes, esta realidade me preenche de amor.
Um amor puro, que nada me pede e tudo me dá...
Obrigada por estar comigo até aqui. Continuemos juntos!
23 de jul. de 2010
Copo
A poeria não reflete meu brilho.
Um dia hão de fazer uma faxina
Lavarem meu vidro e finalmente serei eu
Sem pernas, braços, mãos, nem da cristaleira posso me jogar.
Cada pedaço de cristal seria uma parte minha.
Contento-me em esperar...
Adoraria ser bebida como os líquidos que carrego
E, de repente, me ver habitar outro lugar.
Na minha natureza de copo
costumo estar mais vazio que cheio
Embora mesmo vazio,
muitas coisas me enchem...
Ser estrela
talvez uma estrela distante
que vivesse de seu brilho
e não precisasse dormir ou acordar.
Queria ser admirada da janela,
sonhada entre as estrelas,
em cada noite de luar.
Queria ter o universo como casa
E longe de mim pessoas pequeninas
que eu pudesse iluminar.
Queria porque às vezes ser gente opaca é difícil.
21 de jul. de 2010
Vida curta
Porque somos tão vastos...
E a vida é tão curta...
19 de jul. de 2010
Caderno
A minha jóia são as palavras.
Eu nunca pensei em vendê-las,
mas delas vivo, ainda que não valham nada.
Meu coração é para guardar os espaços entre o que escrevo e o que vivo.
No silêncio eu sinto.
14 de jul. de 2010
Pílulas
Nem de dores, nem de alegrias, é de vida que se constroem os dias.
Quando não há sonho para dizer, também não deve haver palavra para sonhar.
Meu coração não desperta enquanto houver em mim qualquer tristeza secreta.
12 de jul. de 2010
Vens
Porque sei que aqui vens buscar minhas palavras.
Não sei se as bebe ou as come.
Sei que delas vive.
Eu vivo de cada vez que vens.
8 de jul. de 2010
Defeitos
Não divulgo, não digo,
Só espalho suas qualidades.
Eu não conto porque os amo.
Amo seus defeitos
Porque são autenticamente seus.
Colocaria seus defeitos em templos ou altares
E seriam motivo de minha adoração.
Eu guardo seus defeitos,
Com o amor que de você recebo.
E de tanto amor por perto
Seus defeitos começam a me parecer certos
E, ao lado deles, você, o mais certo de todos.
6 de jul. de 2010
Pronto
Você quer ler o que escrevo.
Não porque eu peço, ou porque eu existo, mas porque você existe e pensa,
E seu pensar incluiu o que escrevo.
Você lê minhas palavras e seus olhos não fogem, nem seu pensamento.
Eles ficam comigo.
Vão se materializando nas letras que escrevem meus dedos.
E pela sua leitura você é um pouco co-autor.
Meu texto só fica pronto quando seus olhos vêm me visitar.
Quando a vida acontece
É quase como o som do bater de asas para a liberdade
É quase como o trepidar das horas para a felicidade
É quase como o que não há, mas há,
Porque a vida se fecha, mas se abre muito mais...
Por isso vive.
Lar de dentro
E sabe muito bem quem sou.
Conhece meus andares e cômodos
E por eles você passeia
Como se aqui morasse há muito tempo.
Seu lar passou a ser aqui dentro.
2 de jul. de 2010
O poema é apenas rio...
Eis que o blogger assim sem me avisar
Resolveu parar de funcionar
Bem quando encontro pérolas magistrais
Ele me impede de ir ao encontro
E beber com os olhos
Palavras e muito mais
Nestes poetas que agora acabo de conhecer
Encontro a acidez, o falar e o dizer.
Nestas poesias tão distantes do que escrevo
Encontro o revés, o antagônico, o que não devo
E como o oposto de tão belo traz-me o sonho
É que é proposto agora o que proponho:
Quem é poeta me acene um desafio
Pois, no mar da literatura,
O poema é apenas rio...
Mas se unidos nossas preces fazem crença
É porque juntos ainda faremos a diferença!
Comentário Iluminado
Infelizmente não lembrará de mim, mais desde de que foi em minha sala em 2008 no 3º turismo e divulgou o blog, fui fiel em visita-lo, não diariamente, mais sempre que posso.
Você me ajudou em outro periodo de minha vida, mandando um e-mail para mim quando estava aflita em meu relacionamento.
Seu blog tem sido nesses 2 anos que visito, um presente de sabedoria. Continue escrevendo pois estara ajudando a muitos que buscam em palavras confortos que muitas vezes não encontramos em outros lugares...
Obrigado por tudo Aline e por ser tão sábia e generosa em compartilhar conosco o seu melhor.
Att. Paula Neves
Bjuxxx.....
Sim, Paula, eu me lembro muito bem de você!
1 de jul. de 2010
A falta de tempo
Fomos em um evento na Casa do Saber. Lançamento do livro "Nietzsche, Filósofo da Suspeita", de Scarlett Marton.
Na chegada a Re já tinha comprado o livro para me dar de presente.
Aconteceu uma leitura dramática da obra de Nietzsche antes da apresentação da autora e autógrafos. Acabamos não ficando na fila. Conversamos um pouco e saímos para jantar. A Re não pode ir. Acho que foi a primeira vez que nos encontramos esse ano. Portanto, sobrou conversa e faltou tempo. Vamos tentar marcar algo em breve.
Tenho refletido muito sobre a passagem do tempo. É muito difícil conseguir fazer tudo que se tem vontade. Temos que estabelecer prioridades, mas também isso é difícil. E cumprir o que se é proposto para si...
Uma vez ouvi dizer que autoestima é conseguir cumprir tudo aquilo que você se propôs a fazer.
Deve ter muita gente com baixa autoestima. Porque não vejo muita gente conseguir cumprir.
Tenho como prioridades o trabalho, a vida pessoal, escrever, ler, praticar atividade física. Dificilmente consigo cumprir tudo que me interessa em um único dia. Normalmente tenho que deixar de fazer alguma coisa para conseguir fazer outra que gosto (ou que tenho que fazer).
Algumas pessoas conseguem ser exemplos. Tenho um advogado com mais de 60 anos que pratica esporte todos os dias, trabalha muito, arruma tempo para ler, estudar, viajar, ir ao teatro, ao cinema... Estou tentando aprender. Ainda.
30 de jun. de 2010
Dia dos Pais - Ao pai sempre presente
Poderíamos enxergar a morte de nosso pai como uma separação dolorosa daquele que amávamos, mas isto seria diminuir o que vivemos. Não faltou nada. Cada instante foi pleno e inteiro. Um homem como ele merecia viver mil anos, entretanto um único dia do seu amor e da sua sabedoria já seria suficiente para preencher nossa vida toda. Fomos preenchidas pelo seu sorriso, pelo afago de sua mão, pelas palavras sempre certas que povoavam nossos silêncios mais tristes, pelo olhar que revelava uma alma muito terna e muito antiga, conhecedora de todas nossas vontades e de todos nossos medos... Fomos surpreendidas com a delicadeza romântica com que homenageava nossa mãe em cada oportunidade que tinha, para nos ensinar que o amor precisa, e deve, ser expressado, para que não seja desperdiçado na passagem das horas. Contou-nos seus segredos para nos ensinar que os homens também têm fraquezas. Mesmo nosso maior herói não era perfeito, isso fazia parte da generosidade dele em nos permitir não nos envergonhar por nossos defeitos, mas reconhecê-los até para poder mudar. Acreditou intimamente na nossa genialidade escondida mesmo quando estava distante de se concretizar e sua confiança velada foi sempre combustível para nos fazer crescer. Valorizou cada conversa, cada almoço de família, para que soubéssemos que aqueles momentos não voltam, portanto é preciso mantê-los vivos no sentimento. Falou-nos dos sonhos mais altos que se posicionam sempre ao alcance das mãos mais corajosas e de maior fé. Rompeu nossas crenças nas pequenezas mundanas que só enfraquecem o espírito humano para que mirássemos nossos olhos e anseios nas estrelas. O seu amor e respeito pela vida era tão grande que superou todas as expectativas da medicina. Hoje o temos como referência. Quando rimos, é ele a nossa alegria, quando sonhamos, é ele o nosso pensamento, quando vencemos, é ele a nossa força, cada vez que existimos na vida é ele o nosso pai. Para sempre presente em tudo que somos.
Aline, Andreza e Adelita Ahmad
26 de jun. de 2010
Perdi meus leitores
Não é nada que se chame muito a atenção.
Fiquei um tempo sem escrever e agora tem alguns dias que não chego a receber nem quarenta visitações... Aliás acho que esta tem sido a média. Metade da média de visitação do passado.
Claro que muitos chegam aqui não por minhas palavras mas buscando assuntos que comentei e que aparecem no google dependendo do que a pessoa estiver buscando.
Eu não sei onde se esconderam meus leitores, esses mais de quarenta que não me visitam mais. Perderam o hábito, podem nem saber mais que continuo escrevendo...
Eu não sei onde estão. Sei que para eles, e também por eles, continuo escrevendo. E sonho com o dia em que nos encontraremos de novo.
