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29 de mai de 2009

A Liberdade do Amor - (ou) O Amor que Liberta

Em maio e junho de 2004 eu estava apaixonada, como estive diversas vezes em minha vida. Só que naquela ocasião foram meses em que escrevi muito. Tenho tudo guardado. Alguns textos já publiquei aqui. Um inédito é este, de 5 de junho daquele ano:

Ah... Como queria ser só sua menina, sua princesa linda e preciosa. Ah... Passaria os dedos pelos meus cabelos, me olharia nos olhos, brilhando, sorrindo, e já seria sua. E se pudéssemos ficar o tempo do infinito nos olhando e nos dizendo em silêncio o motivo do nosso brilho no olhar... E você no meu colo e meus beijos leves em sua face, seu encantamento no ar. Minha voz no seu ouvido sussurrando promessas, sentimentos, amores...
Seu sorriso não deixa seus lábios, mora ali e eu o beijo. Beijo seu sorriso, beijo a morada dele: seus lábios, e somos um. Trocamos de alma. Quando volto a mim sou outra. Sou você? Não. O seu amor me deixa exatamente como sou. O seu amor me conhece e ama como sou. Amaria como fosse, porque é amor, não só gostar. Mas como sou lhe basta para me amar. Não peço nada além do que sente. Deixo que fique até com seu coração. E me sinto plena, completa, desde que sei que é livre e que me escolhe a cada dia. Meu amor lhe dá asas, liberta-o e sei que voltará sempre, com um cantar ainda mais belo e histórias que gosto de ouvir quando me conta em silêncio.

Um comentário:

Anônimo disse...

Aline , esse amor não egoísta e sublime ,tem que ter um grande merecedor.
lúcia

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