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22 de mai de 2009

Palavras do Prof. Randy Paunch diante do diagnóstico terminal

Copiei di blog Cacarinas:

“Tenho consciência de que Chloe não se lembrará de mim. Ainda é pequena demais (a filha de Randy tem agora 1 ano e meio). Porém quero que ela cresça sabendo que fui o primeiro homem a se apaixonar por ela.”

“Meus sonhos para meus filhos são muito precisos: quero que cada qual encontre seu caminho para a realização. E, como não estarei aqui, quero deixar bem claro: crianças, não tentem imaginar o que eu gostaria que vocês se tornassem. Quero que se tornem aquilo que quiserem se tornar.”

“Um dos melhores conselhos que já ouvimos a respeito de como lidar com um doente partiu de comissários de bordo: ‘Coloque primeiro sua máscara de oxigênio antes de auxiliar os outros’.”

“São interessantes os segredos que a gente decide revelar no fim da vida. Eu deveria ter contado essa história (de que fui recusado na primeira vez que tentei trabalhar na Universidade Carnegie Mellon) há muitos anos porque a moral é a seguinte: se você quer muito uma coisa, jamais desista (e aceite um empurrão, se lhe oferecerem). As muralhas existem por algum motivo. E uma vez que você as galgou – mesmo com a ajuda de alguém –, é útil contar aos outros como conseguiu.“

“Durante vários dias, me preocupei achando que seria incapaz de concluir minha palestra sem perder a fala. Portanto, adotei um plano de contingência. (...) Primeiro listei meus sonhos de infância, de quando tinha 8 anos. Agora, passados 38 anos, essa mesma lista me ajudou a dizer o que eu precisava dizer e ir até o fim.”

“O que eu quero que escrevam na lápide do meu túmulo: R. P. viveu 30 anos depois de receber o diagnóstico de uma doença terminal.”

2 comentários:

Cacarina disse...

Que fofinha!
Obrigada!
Beijoca de bom fim de semana!
Clau

railer disse...

lição

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