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17 de out de 2009

Quando estou só

Quando estou só
Na minha carne não sinto textura
Quando estou só
Sinto na pele minha própria clausura
Que me repele de num breve amanhã
Sobre o teu corpo estar nua...

Continuo só...

Um comentário:

Nilson Barcelli disse...

Adorei este pequeno poema.
Magnífico, querida Aline.

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